III Festival de Música da UFSC chega de cara nova

12/07/2012 14:25

Publicado [originalmente na página www.secult.ufsc.br] em 09/07/2012 às 15:04

 

Seleção por curadoria, pocket shows em vez de composições únicas, auditório fechado em vez de palco ao ar livre: terceira edição do evento quer mostrar para o Brasil o que há de melhor na música local

 

 

 

Festivais de música costumam ter vida curta: chegam, encantam e morrem como as borboletas. Fugindo à efemeridade, o Festival de Música da UFSC não apenas vinga, como alça voos maiores. Amparado em um processo contínuo de valorização da música local ao longo dos 26 anos do Projeto 12:30, o evento caminha para sua terceira edição já consolidado. Tendo à frente o músico e coordenador do 12:30, Marco Valente, uma comissão da Secretaria de Cultura da UFSC já começou a trabalhar para que a edição deste ano seja uma mostra de excelência sem precedentes e um pólo propulsor da qualidade musical de Santa Catarina. Completamente remodelado, o evento deverá acontecer em 17 e 18 de novembro, não mais ao ar livre, mas no auditório Garapuvu, do Centro de Cultura e Eventos da UFSC.

Dentre as principais mudanças que estão sendo preparadas pela comissão organizadora está a forma de seleção dos grupos participantes do festival, que não ocorrerá mais através de inscrição e escolha posterior por uma comissão julgadora. No III Festival, os participantes serão eleitos por processo de curadoria. O novo formato, proposto por Marco Valente e aprovado pelo atual secretário de Cultura Paulo Ricardo Berton, tem o objetivo de fortalecer o evento como mostra de excelência musical e tirar de vez o caráter de competição. O processo de curadoria, que já começou, tomará como base a participação dos grupos no Projeto 12:30, considerando critérios como qualidade técnica, domínio de palco, pontualidade, estrutura profissional, entre outros.

Outra mudança importante: os grupos não serão mais selecionados por uma única composição, como nas edições anteriores, mas por trabalhos musicais alongados que sustentem um pocket show. Significa que os participantes deverão apresentar um pequeno show, com produções mais extensas, como um pout-pourri ou uma sequência de composições. “O que queremos é promover uma convivência maior dos grupos com o público para que essa oportunidade de contato seja melhor aproveitada”, explica Valente. O coordenador do evento explica que dessa forma, em vez de premiar os que fazem composições aleatórias e esporádicas, o festival passa a incentivar a carreira de grupos mais persistentes, que têm demonstrado profissionalismo e dedicação à arte através do Projeto 12:30, que é o grande berçário da música em Florianópolis.

Todas as inovações em curso têm um endereço: a qualificação do festival como mostra do que há de melhor na música local. A Secretaria de Cultura tem em mira a projeção nacional dos músicos que já estão há algum tempo na estrada e já provaram sua seriedade e talento nos palcos do 12:30. “Queremos saltar do patamar amadorístico para o profissional”, explica o baixista. Dentro desse conjunto de mudanças, o grande diferencial do evento continuará o de ser um festival universitário, não pelo caráter estudantil e iniciante das composições, mas pelo caráter científico: música exige um processo de pesquisa e conhecimento, diz o secretário Berton. É nesse sentido que a realização da mostra ao ar livre não se justifica mais. “Uma mostra de excelência requer um auditório também de excelência, em condições de concentração e acústica para avaliar e apreciar”, complementa o secretário.

Dentro do objetivo de promover a qualificação do meio musical, o evento terá a participação do compositor, arranjador, tecladista e produtor musical Carlos Trilha, ele mesmo um exemplo de trajetória e persistência profissional bem sucedida que o evento quer valorizar.  Além de fazer um workshow (apresentação comentada) Trilha será um observador crítico da produção local.

É só a ponta do iceberg de uma avalanche de transformações que estão para acontecer a partir desta edição. No próximo ano, o Festival de Música da UFSC terá oficinas, workshops, feiras de livros sobre música, feiras de instrumentos, orquestras e uma série de outros incrementos que já estão na pauta de quem não se contenta apenas em vingar, mas quer fazer crescer.

 

 ENTREVISTA: Marco Valente

 

“Temos em mira a produção de um evento de alcance estadual”

 

 

 

 

1 – Como será o Festival de Música da UFSC deste ano? Quais as principais mudanças operacionais e conceituais estão sendo preparadas?

MARCO VALENTE – O festival acontecerá em ambiente fechado no auditório  “Garapuvu”  no Centro de Cultura e Eventos da UFSC, não será mais ao ar livre. Isso veio ao encontro de alguns anseios tanto por parte de nós, organizadores, como por parte dos artistas; de que forma? Tivemos alguns problemas com relação a atividades que permaneceram acontecendo após as 22 h que causaram alguns transtornos e que sequer tinham realção com o festival. Queremos oferecer maior conforto aos artistas e ao público, além do que, faremos uma substancial economia financeira.

No que tange à parte conceitual, queremos devolver à música o status de excelência, afinal, estamos numa instituição de ensino superior que trata toda e qualquer área profissional com o devido respeito e valor. Com a música não pode ser diferente, pois além de arte ela é ciência. Há anos ouvimos uma reclamação unânime de que Florianópolis não possui mercado para a música, que o músico é desvalorizado, que os poucos espaços para que trabalhos possam ser mostrados são precários e ainda assim, não se abre espaço para a música autoral. Com o espírito de fomentar este mercado é que o Festival de Música da UFSC passará definitivamente a atuar.

2 – O que se espera principalmente com essas inovações conceituais?

MARCO VALENTE – O que se espera é valorizar o músico e a música local, oportunizar a discussão a respeito de todas as etapas e setores envolvidos com o processo de elaboração e fomentação do mercado musical local, tanto na área de educação como de produção, bem como porporcionar o contato do público com os trabalhos de qualidade que se faz por enquanto na grande Florianópolis, pois, não perdemos o foco de que o grande objetivo é um dia poder abranger todo o Estado de Santa Catarina.

3 – Essa redefinição tem a ver com a mudança na administração da UFSC e na Secretaria de Cultura?

Não, as inovações não têm nada a ver com a mudança na administração. Desde sua primeira edição, temos a convicção de tratar a música como ela realmente deve ser tratada, ou seja, como arte, educação, produção, mercado de trabalho e etc. São coisas que trago ao longo de 37 anos de convivência com toda a história e dificuldades que a música enfrenta.

4 – Você se inspirou em outros festivais para encontrar esse novo formato?

MARCO VALENTE – Não, o formato do festival tem tão-somente como inspiração experiências vividas e o conhecimento do mercado musical local. É, sobretudo, resultado de conversas sobre os anseios da classe musical, incluindo músicos que participaram das edições anteriores. Mas se fosse para citar um festival que eu tomo como referência, não como modelo, pois os propósitos são diferentes, seria o de Itajaí, que é um evento também voltado para a excelência musical.

5 – Quem vai selecionar as músicas e segundo que critérios?

MARCO VALENTE – O Projeto 12:30 passa a ser uma ferramenta de suma importância no processo de seleção dos participantes do festival.  Através da análise de requisitos que serão avaliados desde o momento em que será feito o contato com a coordenação do projeto  culminando com a apresentação dos grupos. Em resumo, a assiduidade na entrega do material solicitado pelo Projeto 12:30 nos moldes em que ele exige, no horário estabelecido para que a produção inscrita se apresente no local e no dia estabelecidos, na conduta perante a equipe de coordenação e equipe técnica e, por fim, na qualidade musical do que será apresentado, desde a qualidade de composição em todas as suas etapas, até a qualidade na execuçãoem si. Dessa forma, uma equipe de curadoria do Festival de Música da UFSC terá parâmetros para avaliar se determinado trabalho musical tem ou não condições de participar.

6 – Mas você que está à frente do 12:30 há 10 anos não teme que passando a selecionar por sistema de curadoria os trabalhos musicais que vão participar da mostra o evento perderá o papel de dar impulso a bandas e músicos iniciantes?

MARCO VALENTE – Muito pelo contrário, hoje só na grande Florianópolis, temos trabalhos musicais de qualidade suficiente para alçar vôos muito mais altos, ou seja, com toda a tranquilidade se submeter a mercados maiores, como Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e por aí a fora. Estímulo maior que esse não existe, afinal de contas estamos pensando no crescimento e valorização dos nossos músicos que já tem alguma estrada. Está aí a meu ver, a grande missão deste festival. Vamos colocar uma estrutura de altíssimo nível técnico para que possam apresentar seus trabalhos de forma condizente. O Projeto 12:30 continuará sendo um grande “berçário” musical de novos artistas. Trabalhos que hoje começam a galgar degraus mais altos passaram e ainda passam pelo projeto, tais como a “Somato”, “Karibu Trio”, “Cultivo”, “Habitantes de Zion”… Desejamos muito que outros grandes trabalhos surjam e que possam um dia estar se apresentando no Festival de Música da UFSC. O Projeto 12:30 tem 26 anos e o Festival de Música da UFSC vai para o seu terceiro ano, no entanto, a partir deste ano ambos se tornarão peças vitais um para o outro.

7 – Haverá premiação e publicação dos trabalhos selecionados?

MARCO VALENTE –  Estamos estudando uma forma de contrapartida aos músicos participantes do festival, mas como não se trata de uma competição, a figura da premiação não se adéqua. Uma possível publicação dos trabalhos está sendo estudada, mas ficará a critério da comissão organizadora.

8 – O Festival de Música da UFSC vai continuar crescendo este ano, como cresceu da primeira para a segunda edição? E qual é a sua expectativa para o futuro em termos de dimensão e repercussão deste evento?

MARCO VALENTE – Pelo fato de que a partir deste ano o festival passará a acontecer no interior de um auditório (Garapuvu localizado no Centro de Cultura e Eventos da UFSC), eu vejo que teremos um salto qualitativo enorme em termos de condições técnicas. Isso consequentemente gerará um crescimento, dará ao festival um caráter muito mais artístico e um status de excelência à música, o que no meu ponto de vista se enquadra perfeitamente na filosofia de uma instituição de ensino superior quando esta se compromete a dar um retorno à sociedade.

Quanto à expectativa com relação ao futuro, essas mudanças têm a ver diretamente com um projeto bem maior a ser implantado já a partir da edição do próximo ano, que no momento está sob sigilo absoluto, mas justificará as mudanças deste ano, disso não há dúvidas.

9 – Grande parte das iniciativas de eventos nessa área acaba morrendo na primeira ou segunda edição. Você acredita que o Festival de Músicada UFSC vai vingar?  Por quê?

MARCO VALENTE – Acredito. Desde sua primeira edição, tudo foi muito bem pensado principalmente pelo fato de que visamos à melhoria de condições para quem trabalha e se dedica à música, sem deixar de lado a preocupação com o seu maior estimulador, o público. Temos o compromisso, levando-se em consideração que trabalhamos com arte, de formar opinião, de formar público, de fornecer condições de acesso a quem tiver interesse em conhecer a música bem feita, e não digo isso com uma visão elitista, muito pelo contrário, penso que todos devem ter livre acesso à arte em todas as suas manifestações.

10 – E você acredita que, apesar de estar indo apenas para o seu terceiro ano, esse evento já provocou algum impacto no meio musical?

MARCO VALENTE – É só consultar os músicos que participaram das duas primeiras edições para se ter ideia da colaboração e da “oxigenação” que o Festival de Música da UFSC trouxe ao mercado musical local. Praticamente todos os dias sou abordado por pessoas que indagam sobre o festival, se acontecerá ou não, torcendo para que consigamos realizá-lo de novo. Creio que isso seja um indício sintomático sobre o impacto e a aceitação do evento.

 

Texto e entrevista: Raquel Wandelli

Jornalista da UFSC na Secult

e

37219459 e 99110524

Publicado [originalmente na página www.secult.ufsc.br] em 09/07/2012 às 15:04

DAC abre inscrições para oficina de produção de documentários

06/07/2012 02:27

Repetindo a experiência bem sucedida do ano passado, o Departamento Artístico Cultural (DAC), da Secretaria de Cultura da UFSC, abre inscrições para a “Oficina de Formação do Olhar para a Realização de Documentários”, a ser ministrada pela produtora e diretora Rosana Cacciatore.

Pela primeira vez o DAC fará inscrições em oficina pelo sistema online. Os interessados deverão acessar o formulário com ficha de inscrição que estará disponível no site www.dac.ufsc.br, link Cursos e Oficinas de Arte, das 9 horas de segunda-feira, dia 9 de julho, até às 22 horas de quarta-feira, dia 11 de julho. Nesse mesmo período, para efetuar a inscrição, o interessado deverá providenciar o pagamento da taxa de matrícula de R$ 50,00. Todas as orientações para a inscrição online estão relacionadas nos “Procedimentos para Inscrições”, disponíveis no site www.dac.ufsc.br

A oficina será realizada nas dependências do DAC (Teatro/Igrejinha da UFSC) em três módulos, durante 10 dias, de 17 de julho a 1º de agosto, de terça a sexta-feira, das 19 às 22 horas, com total de 30 horas. Na edição deste ano, a oficina deverá chegar à etapa de produção, indo além da etapa de elaboração de projeto, com foi no ano passado. Há 30 vagas para a comunidade. Os interessados em participar devem ter no mínimo 18 anos.

A oficina de Documentário

Por meio da análise de obras de diferentes cinematografias, de reflexões teóricas e exercícios práticos, a oficina tem como objetivo estimular o olhar do aluno para a leitura e realização de imagens cinematográficas documentais, dando a ele uma base de conhecimento sobre o desenvolvimento do documentário na história do cinema e preparando-o para produção de imagens.

Conteúdo programático:

Módulo 1 – Breve introdução sobre a História do Cinema Documental

Este módulo deverá apresentar um panorama básico da História do Cinema Documental através da análise de excertos de alguns filmes que trouxeram grandes contribuições para formação de novos sentidos ao documentário, tais como Nanook of the North (1922) de Robert Flaherty, Homem da Câmara de filmar (1929) de Dziga Vertov, O triunfo da Vontade (1935) de Leni Rifensthal,  The Spanish Earth (1937) de Joris Ivens, Nuit et Bruillard (1955) de Alain Resnais, Primary (1960) de Bob Drew, Chronique d’un Êté (1961) de Jean Rouch e Edgar Morin,La Jetéede Chris Marker, “Simparelé” de Humberto Solas, “Glass” Bert Haanstra e “Crônica de uma desgraça”, de Miguel Torres

Módulo 2 – Tendências do Documentário Contemporâneo

Neste módulo será colocado à disposição do aluno um conjunto de diferentes cinematografias e abordagens do documentário na atualidade, através de obras de autores como Viktor Kossakovsky, Eduardo Coutinho, Cal Guimarães, João Salles, entre outros. Para além de proporcionar um panorama básico das tendências contemporâneas do documentário, este módulo deverá diretamente, incentivar e capacitar o aluno a desenvolver um projeto documental, no módulo seguinte.

Módulo 3 – Desenvolvimento de projeto

O conteúdo programático deste módulo é constituído pelas etapas fundamentais da concepção de um documentário. Noções de argumento, produção e realização, possibilitando ao aluno empreender um projeto documental, aplicando as especificidades desta prática fílmica.

Sobre a ministrante

Rosana Cacciatore, mestreem Teoria Literáriacom pesquisa em cinema, é diretora e produtora cinematográfica. Rosana também é professora de Comunicação e atua como instrutora em oficinas de produção e imagem.

Cursou disciplinas na Université de Paris VIII na área de cinema e fotografia. Atua profissionalmente no âmbito da academia e do mercado de trabalho. Como professora ministrou disciplinas e orientou projetos nos cursos de cinema, publicidade e jornalismo na Universidade do Sul de Santa Catarina por 10 anos. Entre as disciplinas ministradas estão argumento e roteiro, criação publicitária e teorias da imagem. Realiza atualmente oficinas de criação e produção de imagem para instituições culturais. Como profissional tem 25 anos de experiência, registrada no Ministério do Trabalho como diretora e produtora cinematográfica, realizou trabalhos de roteiro e direção de audiovisuais para publicidade, programas televisivos e artísticos no Rio Grande do Sul eem Santa Catarina. Comofotógrafa realizou trabalhos para Folha de São Paulo e outros jornais e publicações. Foi coordenadora de comunicação institucional no Diário Catarinense e Assessora de Comunicação da Fundação Franklin Cascaes. Atua nas Oficinas de Arte do Departamento Artístico Cultural (DAC) da UFSC como instrutora de fotografia.

Oficinas de Arte do DAC

A Oficina de Documentário faz parte do projeto de Cursos e Oficinas Livres de Arte do Departamento Artístico Cultural (DAC) da UFSC, que tradicionalmente oferece oficinas abertas a toda comunidade nas mais diversas áreas como arte educação, artes visuais, cinema, música e teatro.

As informações sobre as demais oficinas a serem realizadas no início do segundo semestre de 2012, em agosto, serão divulgadas oportunamente no site do DAC: www.dac.ufsc.br e da UFSC: www.ufsc.br

O Departamento Artístico Cultural (DAC) faz parte da Secretaria de Cultura (Secult), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

 

SERVIÇO:

O QUE: Inscrições online para a Oficina de Formação do Olhar para Realização de Documentários

QUANDO: das 9 horas de segunda-feira, dia 9 de julho, até às 22 horas de quarta-feira, dia 11 de julho de 2012. Veja os “Procedimentos para Inscrições” no site www.dac.ufsc.br

ONDE: Online, pelo site www.dac.ufsc.br, link Cursos e Oficinas de Arte.

QUANTO: Taxa de matrícula: R$ 50,00

REALIZAÇÃO DA OFICINA: de 17 de julho a 1º de agosto, de terça a sexta-feira, das 19 às 22 horas, com total de 30 horas. Há 30 vagas para a comunidade.

ONDE: Dependências do DAC (Teatro / Igrejinha da UFSC), praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis-SC

 

Fonte: [CW] Assessoria de Imprensa do Departamento Artístico Cultural/DAC: SECULT: UFSC, com informações da ministrante.

Projeto 12:30 com Trovão Rocha Quarteto

05/07/2012 03:51

Em última edição do semestre, Projeto 12:30 recebe Trovão Rocha Quarteto

O Projeto 12:30 tem como última atração do primeiro semestre de 2012 o grupo Trovão Rocha Quarteto, nesta quarta-feira, 04/07, às 12h30 no Varandão do CCE. O espetáculo é gratuito e aberto à comunidade.

O primeiro semestre de 2012 chega ao seu final e o Projeto 12:30 também se prepara para fazer uma breve pausa. O grupo Trovão Rocha Quarteto, já conhecido do público da UFSC será atração do Projeto em sua última edição no semestre. Apesar de os shows retornarem apenas em agosto, as inscrições seguem abertas para bandas e demais atividades culturais interessadas em participar do 12:30.

Unindo quatro jovens músicos radicados em Florianópolis, o Trovão Rocha Quarteto vai ao encontro das tendências contemporâneas da música instrumental brasileira, misturando o tradicional com o moderno. Através de suas composições autorais e harmonias diferenciadas, a proposta do grupo é mesclar os arranjos estruturados com a interação entre os músicos e a improvisação, fruto de um trabalho de companheirismo e grande entrosamento.


Integrantes:

Fernando “Trovão” Rocha da Silva, natural de Curitiba, Licenciado em música pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), começou seus estudos aos 14 anos com o contra-baixista Renato Valério. Participou de diversos bandas nos mais variados estilos até o ano de 2006 quando ingressa no curso de Licenciatura em Música da UDESC.

Fora de sua vida acadêmica participou de oficinas e workshops, onde teve a oportunidade de estudar e tocar com grandes músicos do cenário da música instrumental brasileira como: Ronaldo Saggiorato, André Neiva, Daniel Santiago, Gabriel Grossi, André Vasconcelos, André Marques, Toicinho Batera, Paulo Braga, Genil Castro, Kiko Freitas, João Castilho, Thiago do Espírito Santo, Arismar do Espírito Santo, Toninho Horta, Endrigo Betega e Jorge Helder.

Rafael Meksenas teve seu primeiro contato com a música aos 11 anos de idade. Aos 15 participou da banda Sigma e aos 17 gravou seu primeiro CD. Em 2008 foi para São Paulo, onde teve a oportunidade de estudar com o maestro Paulo Rocco.

Atualmente é graduando do curso de Licenciatura em Música da UDESC. Atua como guitarrista e compositor no grupo Kiabo Instrumental (música instrumental brasileira) desde 2009.

Integra a Orquestra do Conservatório de Música Popular de Itajaí como guitarrista desde 2010, com a qual participou do Panorama SESC de Música de 2010 em Jaraguá do Sul. O grupo foi selecionado junto a outros nomes da música catarinense como Tatiana Cobbett e Marcoliva, Felipe Coelho, Arreio sem Freio, entre outros.

Paulo Sérgio Steil, natural de Florianópolis, tem 23 anos de idade. Baterista e percussionista desde cedo, iniciou seu estudo em bandas marciais escolares e logo após começou a se dedicar em tocar bateria. Cursou Licenciatura em Música na UDESC e Bacharelado em Bateria na ULM (Universidade Livre de Música)em São Paulo.

Sempre buscando versatilidade, já tocou em bandas de reggae, pop, rock, samba, pagode, jazz e música instrumental. Atualmente trabalha com Quarteto em Sax e Trovão Rocha Quarteto além de atuar como freelancer em diversos trabalhos em Florianópolis.

Ricardo “Kadu” Müller, natural de São Leopoldo, teve seu primeiro contato com o violino aos onze anos. Em 2006 formou-se como bacharel em violino na UDESC. Atuou intensamente em diversas orquestras e grupos do estado de Santa Catarina e da cidade de Florianópolis, entre eles Orquestra Sinfônica do Estado de Santa Catarina, Orquestra UDESC, Orquestra de Cordas Catarinense, Camerata Florianópolis e Orquestra de Cordas da Ilha de Santa Catarina.

Atualmente participa da Orquestra Filarmonia Santa Catarina juntamente com os trabalhos que desenvolve também na música popular com os grupos Trovão Rocha Quarteto, Cata-vento (vencedor do Premio FUNARTE de música), Orquestra Art  Florianópolis e Karibu Ensemble.

Projeto 12:30

O Projeto 12:30 é realizado pelo Departamento Artístico Cultural (DAC), vinculado à Secretaria de Cultura (SeCult) da UFSC e apresenta semanalmente atrações culturais, como música, dança e teatro. As apresentações acontecem todas as quartas-feiras, ao ar livre, na Concha Acústica, e, quinzenalmente, às quintas-feiras, no Projeto 12:30 Acústico, no Teatro da UFSC.

Artistas e grupos interessados em se apresentar no projeto dentro do campus da UFSC devem entrar em contato com o DAC através dos telefones (48) 3721-9348 / 3721-9447 ou por e-mail, enviando mensagem para

 

SERVIÇO:

O QUÊ: Show com Trovão Rocha Quarteto.

ONDE: Projeto 12:30 no Varandão do CCE, em frente à Praça da Cidadania, Campus Universitário, Florianópolis-SC.

QUANDO: Dia 4 de julho de 2012, quarta-feira, às 12h30.

QUANTO: Gratuito, aberto à comunidade.

CONTATO: http://www.myspace.com/trovaorocha – Visite www.dac.ufsc.br

 

Fonte: Kadu Reis – Acadêmico de Jornalismo, Assessoria de Imprensa do Projeto 12:30, DAC: SECULT: UFSC, com informações e foto do grupo.

FITAFloripa termina neste sábado com grupos de teatro da Espanha

29/06/2012 18:47

"Poemes visuals"

Neste sábado, dia 30 de junho, último dia do Festival Internacional de Teatro de Animação de Florianópolis – FITAFloripa, um grupo catarinense e três da Espanha encerram as apresentações em Florianópolis.

Às 15 horas serão apresentadas as peças “Poemes Visuals”, no Centro de Cultura e Eventos da UFSC, “Tres Historias Tres”, no Teatro Álvaro de Carvalho, e “Bag Lady”, no Teatro Sesc Prainha. “Bag Lady” tem reprise às 18 horas e “Poemes Visuals” tem reprise às 20 horas, encerrando as apresentações do festival no Centro de Cultura e Eventos da UFSC. Neste mesmo local, das 18 horas às 20h, o público ainda poderá conferir as apresentações de curta duração de “Espia só!”.

A 6º edição do FITAFloripa contou com 24 grupos se apresentando ao longo de uma semana, totalizando quase 80 espetáculos. Além da Capital, outras 11 cidades catarinenses receberam o FITA.

O festival é apresentado pelo Ministério da Cultura (Minc) e Eletrosul, por meio da Lei de Incentivo a Cultura, e Caixa Econômica Federal, com patrocínio do Funcultural, Governo do Estado de Santa Catarina, Secretaria de Turismo, Cultura e Esporte, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Florianópolis. O apoio cultural é da Udesc e do Hotel Majestic. A itinerância pelas cidades do interior do Estado conta com a parceria do SECS-SC e de instituições culturais ou governamentais locais. A realização é da Fazendo FITA Cia. Artística e do Governo Federal/Ministério da Cultura.

A coordenação geral é da professora do Curso de Artes Cênicas (DALi/CCE) da UFSC, Sassá Moretti, e a coordenação executiva é de Zélia Sabino, cenógrafa do Departamento Artístico Cultural (DAC) da Secretaria de Cultura da UFSC.

 

Sinopse das Peças:

“Tres Historias Tres”

(Cia. Ángeles de Trapo – Espanha)

Uma obra que apresenta três histórias divertidas e conta com a participação das crianças desde o primeiro momento.  A primeira história trata do diabo e do padeiro e a eterna luta do bem contra o mal. A segunda, conta a história de um palhaço cansado de sua profissão. A terceira, como não poderia faltar, conta uma história de princesas.

Direção: Julio Cesar Gallo Alonso

Duração: 45 min.

Classificação: 3 anos

Técnica teatral: Bonecos de luva

 

“Bag Lady”

(The Bag Lady Theater – Espanha)

Delicada montagem onde a personagem principal ganha vida com a manipulação de sacos plásticos. “Bag Lady” é a história de uma mulher solitária que coleciona sacolas plásticas e através delas a cada dia remonta seu passado e suas memórias: as piruetas de bailarina, os admiradores secretos, os melhores dias. Toda uma vida relembrando, toda uma vida colecionando sacolas plásticas.

Concepção: Malgosia Szkandera

Direção: Jean Louis Danvoye

Duração: 45 min.

Classificação: 9 anos

Técnica teatral: Manipulação direta

 

“Poemas Visuales”
(Cia Jordi Bertran – Espanha)

“Poemas Visuais” começa com um ator encarnando um poeta. Ele traz consigo uma maleta cheia de letras e começa a brincar com os seus sons e suas formas, descobrindo que, a partir das letras, pode criar poesia sem a necessidade de construir palavras. Com violão e canções, começa a criar uma terna relação com as letras que ganham vida e criam um universo repleto de personagens, coreografias, humor e ações dramáticas que deixam claro que as letras não servem somente para rechear papéis, mas que também podem criar um mundo delicado de simplicidade, sensibilidade e emoção.

Direção: Jordi Bertran

Classificação: livre
Duração: 50 min.
Técnica teatral: Manipulação direta

 

“Espia Só!”
(Cia Andante – Itajaí/SC)

“Espia Só!” é uma intervenção de teatro lambe-lambe constituída de dois ambientes teatrais: uma tenda e três caixas. Esses ambientes são montados por um grupo de ciganos, que apresentam suas caixas misteriosas (os espetáculos). A Tenda atrai a curiosidade do transeunte e no interior das caixas são apresentados simultaneamente três espetáculos para um espectador por vez: “O quarto de Edith”, “A Iluminação” e “Maria do Cais”.  Minutos de sonho para espiar à vontade.

 

Texto/concepção: Cia. Andante

Direção: Marcelo F. de Souza
Duração: 15 min.
Classificação: livre
Técnica teatral: Lambe-lambe

 

Serviço:

 

O quê: peça ‘’Tres Historias Tres’’

Quando: 30/06, às 15 horas

Onde: Teatro Álvaro de Carvalho (TAC), centro.

Quanto: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada) para estudantes, pessoas acima de 60 anos, classe artística (com apresentação de DRT), funcionários e clientes da CAIXA (mediante apresentação de cartão).

 

O quê: peça “Bag Lady”

Quando: 30/06, às 15 horas e às 18 horas

Onde: SESC Prainha, próximo do centro

Quanto: Gratuito e aberto à comunidade

 

O quê: peça “Poemas Visuales”

Quando: 03/06, às 15 horas e às 20 horas.

Onde: Centro de Cultura e Eventos UFSC

Quanto: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada) para estudantes, pessoas acima de 60 anos, classe artística (com apresentação de DRT), funcionários e clientes da CAIXA (mediante apresentação de cartão).

 

O quê: Peça de curta duração “Espia Só!” (lambe-lambe)

Quando: 30/06, das 18 horas até às 20 horas (sessões de 15min.)

Onde: Hall Centro de Cultura e Eventos UFSC

Quanto: Gratuito e aberto à comunidade

 

Faça uma doação à Campanha do Agasalho 2012 e pague meia-entrada para qualquer espetáculo do 6° FITA.

Para a programação completa do festival e outras informações acesse o site www.fitafloripa.com.br. Mais informações e marcação de entrevistas, entrar em contato com as jornalistas Gisa Frantz (48) 9105-0191 e Manoela Pinheiro (48) 9989-5440, ou pelo e-mail:

 

Por Willian Rotta – Acadêmico de Jornalismo, Bolsista no DAC: SECULT: UFSC, com informações e fotos da Assessoria de Imprensa do FITAFloripa.

 

 

FITAFloripa tem sete espetáculos de teatro nesta quinta

27/06/2012 21:52

"Que viva Anita!", com grupo da Itália

Nesta quinta-feira, dia 28 de junho, sexto dia do Festival Internacional de Teatro de Animação de Florianópolis – FITAFloripa, mais sete espetáculos acontecem na capital, com grupos do Brasil, França/Portugal e Itália

Em Florianópolis serão apresentadas as peças de grupos brasileiros ”A História do Maneco Caneco”, ‘’O sítio dos Objetos’’, ‘’Era Uma Vez… ’’, ‘’E Se… ’’ e ‘’O Misterioso Sumiço do Boi-de-Mamão’’. Internacionais: ‘’Cou-Cou’’, da França/Portugal, e ‘’Que Viva Anita!’’ da Itália. Veja mais abaixo a sinopse das peças e os locais e horários das apresentações.

O 6º FITAFloripa prossegue até 30 de junho, com apresentação de 24 grupos de teatro, 80 apresentações na Capital e em mais 11 cidades do Estado.

O festival é apresentado pelo Ministério da Cultura (Minc) e Eletrosul, por meio da Lei de Incentivo a Cultura, e Caixa Econômica Federal, com patrocínio do Funcultural, Governo do Estado de Santa Catarina, Secretaria de Turismo, Cultura e Esporte, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Florianópolis. O apoio cultural é da Udesc e do Hotel Majestic. A itinerância pelas cidades do interior do Estado conta com a parceria do SECS-SC e de instituições culturais ou governamentais locais. A realização é da Fazendo FITA Cia. Artística e do Governo Federal/Ministério da Cultura.

A coordenação geral é da professora do Curso de Artes Cênicas (DALi/CCE) da UFSC, Sassá Moretti, e a coordenação executiva é de Zélia Sabino, cenógrafa do Departamento Artístico Cultural (DAC) da Secretaria de Cultura da UFSC.

 

Sinopse das Peças:


“A História do Maneco Caneco”
(Aline Maciel e Sig Schaitel Contadores de Histórias – Florianópolis/SC)

De dentro de uma velha mala começa nossa história. Dentro dessa velha mala vive o Maneco Caneco, um boneco muito simpático e esperto que encanta as crianças com suas músicas e adivinhações.

Texto: Luis Camargo
Direção e adaptação: Aline Maciel
Duração: 15 min.
Classificação:3 a10 anos
Técnica teatral: Manipulação direta e contação de histórias

 

“Cou-cou”
(Cie. Les Jardins Insolites – França/Portugal)

Um espetáculo de movimento e cor que surpreende os mais novos. Emoções, geometrias, simplicidade e a capacidade de se aproximar e desprender das coisas são os temas tocados por este “primeiro encontro” com o teatro.

Concepção: Isabelle Kessler e Thérèse Angebault
Duração: 30 min.
Classificação: 6 meses aos 3 anos
Técnica teatral: Manipulação de objetos

 

“O Sítio dos Objetos”
(Mariza Basso Formas Animadas – Bauru/SP)

Luvas, garfos, leques, espremedores de frutas, escorredores de arroz e outros utensílios domésticos transformam-se em divertidos personagens rurais. A galinha, a vaca, o pato, o pavão, os porcos e os pássaros desfilam cômicas situações. Solitário, o caipira só tem os animais de seu sítio como companheiros: o cavalo xucro que se recusa a puxar a carroça, o cão Perrito que vive a saltar sobre seu dono, os pássaros que comem as sementes, a lagarta que come a plantação. Ao final de tantos duelos e emocionantes conflitos, homem e natureza vivem em harmonia.

Direção: Mariza Basso
Classificação: 3 anos
Duração: 45 min.
Técnica teatral: Manipulação direta de objetos

 

“Que Viva Anita!”
(T.I.L.T. – Itália)

É véspera de Ano Novo. Dois palhaços estão num cemitério da província de Mandriole. Eles têm um plano definido: roubar um cadáver e chantagear a família do falecido. É a única maneira que podem reestabelecer a situação financeira. O plano de uma noite se transforma em uma história de música e visões em constante equilíbrio entre o trágico e o grotesco. É um pensamento de sonambulismo de Anita Garibaldi na qual a Commedia dell’Arte, a História e o Cinema se misturam.

Texto, Concepção e Direção: Massimiliano Buldrini e Marta Dalla Via
Duração: 55 min.
Classificação: 14 anos
Técnica teatral: Máscaras

“Era Uma Vez…”
(Trupe Popular Parrua – Florianópolis/SC)

Entre histórias, mitos, lendas e muita imaginação, a Trupe Popular Parrua apresenta o espetáculo de teatro de bonecos “Era uma vez…”. Pode até parecer um conto de fadas “abrasileirado”, mas é também um convite para que o público conheça ainda mais algumas das figuras folclóricas presentes no nosso imaginário popular de forma leve e descontraída, embarcando em uma história vivida por esses personagens e que ainda não foi vista nos contos de fadas.

Direção: Trupe Popular Parrua
Texto: Júlia Fernandes Lacerda
Duração: 45 min.
Classificação: 3 anos
Técnica teatral: Manipulação direta e atuação


“E Se…”
(Cia Tato Criação Cênica – Curitiba/PR)

“E se…” discute com bom-humor e fantasia os diversos caminhos que a vida oferece e as interferências das escolhas e ações de cada um no coletivo. A rua de um centro urbano é o ponto de encontros e desencontros no cotidiano de personagens que surgem em cena com o uso de pequenos adereços nas mãos dos atores. Numa realidade urbana bem brasileira e nem por isso menos universal, cada ação desses personagens, que em sua maioria vivem e dependem da rua, revela novos rumos para a história, criando e recriando universos.

Concepção, direção e texto: Katiane Negrão e Dico Ferreira
Classificação: livre
Duração: 45 min.
Técnica Teatral: Manipulação de objetos e mímica


“O Misterioso Sumiço do Boi-de-Mamão”
(Articulação Cultural & Clã dos Nobres Arteiros – Florianópolis/SC)

Inspirado no folclore da capital catarinense, o enredo descreve a saga de uma detetive e seu atrapalhado ajudante em busca do paradeiro do Boi-de-Mamão. A perigosa Bernunça, a bela Maricota, a Rendeira, a Bruxa, o Pescador e até o público são investigados nesta divertida aventura que sugere o resgate de tradições e valoriza a cultura do contato humano tão esquecido nos dias de hoje.

Direção: Juliana Freitas e Khalid Prestes
Texto e concepção: Danielle Coelho e Khalid Prestes
Classificação: 5 anos
Duração: 50 min.
Técnica teatral: Bonecos de luvas e atuação

 

Serviço:

O QUÊ: peça de curta duração “A história do Maneco Caneco”
QUANDO: 28/06, das 9h30min. às 10 horas (duas sessões de 15min.)
ONDE: Hall do Centro de Cultura e Eventos da UFSC
QUANTO: Gratuito e aberto à comunidade.

O quê: Peça “Cou-cou”
Quando: 28/06, às 10 horas e às 15 horas.
Onde: Hall do Centro de Cultura e Eventos UFSC.
Quanto: Gratuito e aberto à comunidade.

O quê: Peça “O Sítio dos Objetos”
Quando: 28/06, às 10 horas e às 15 horas.
Onde: Centro de Cultura e Eventos UFSC.
Quanto: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada). Meia-entrada para estudantes, pessoas acima de 60 anos, classe artística (com apresentação de DRT), funcionários e clientes da CAIXA (mediante apresentação de cartão).

O quê: Peça ‘’Que Viva Anita!’’
Quando: 28/06, às 15 horas e às 20 horas.
Onde: Teatro Álvaro de Carvalho, centro.
Quanto: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada). Meia-entrada para estudantes, pessoas acima de 60 anos, classe artística (com apresentação de DRT), funcionários e clientes da CAIXA (mediante apresentação de cartão).

O quê: Peça ‘’Era Uma Vez… ’’
Quando: 28/06, às 10 horas e às 15 horas.
Onde: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha. Praça Santos Dumont, Trindade.
Quanto: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada). Meia-entrada para estudantes, pessoas acima de 60 anos, classe artística (com apresentação de DRT), funcionários e clientes da CAIXA (mediante apresentação de cartão).

O quê: Peça ‘’E Se… ’’
Quando: 28/06, às 10 horas e às 15 horas.
Onde: SESC Prainha, próximo ao centro.
Quanto: Gratuito e aberto à comunidade.

O quê: Peça ‘’O Misterioso Sumiço do Boi-de-Mamão’’
Quando: 28/06, às 15h30min.
Onde: APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), Itacorubi.
Quanto: Gratuito.

Faça uma doação à Campanha do Agasalho 2012 e pague meia-entrada para qualquer espetáculo do 6° FITA.

Para a programação completa do festival e outras informações acesse o site www.fitafloripa.com.br . Mais informações e marcação de entrevistas, entrar em contato com as jornalistas Gisa Frantz (48) 9105-0191 e Manoela Pinheiro (48) 9989-5440, ou pelo e-mail:

 

Por Willian Rotta – Acadêmico de Jornalismo, Bolsista no DAC: SECULT: UFSC, com informações e fotos da Assessoria de Imprensa do FITAFloripa.