DAC abre inscrições para Workshop de Cenografia com Neno Brazil

17/04/2018 01:11

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Estão abertas as inscrições para o Workshop de Cenografia com Neno Brazil, realização do Departamento Artístico Cultural (DAC), da Secretaria de Cultura e Arte da UFSC. O workshop, que acontece entre os dias 14 e 17 de maio, das 19 às 22 horas, tem uma carga horária de 12 horas e possui 18 vagas disponíveis. O workshop é aberto à participação de interessados de toda a comunidade (interna e externa à Universidade), para maiores de 18 anos.

A inscrição deve ser feita presencialmente na Coordenação de Cursos e Oficinas Livres de Arte do DAC (no Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha), na Praça Santos Dumont, Trindade, das 10 às 17 horas, de segunda a sexta-feira. As inscrições acontecem por ordem de chegada e ficarão abertas até o início do workshop ou enquanto houver vagas.

Sobre o Workshop

O Workshop de Cenografia com Neno Brazil procura aproximar o participante do universo da cenografia por meio de projeções de três  curtas-metragens de Ronaldo dos Anjos, “O Santo Mágico” (2006), “Astheros” (2009) e “O Demônio e as Margaridas” (2016). Neno foi o cenógrafo e diretor de arte dos filmes que analisará criticamente com os participantes do workshop, do ponto de vista da cenografia e da arte. Paralelo a este exercício de apreciação cinematográfica crítica, será passado o conteúdo da apostila distribuída aos participantes que contempla aspectos históricos e técnicos da cenografia como ofício ou arte. Ao final do workshop será discutido o processo criativo do cenógrafo e o seu papel nos diversos desafios contemporâneos da cenografia.

Sobre o Ministrante

Neno Brazil é artista plástico há quase 40 anos, seu primeiro prêmio é de 1980 (Salão da UDESC). Cenógrafo e diretor de arte, publicitário e diretor de documentários, com prêmios em todas essas áreas. Também é toyoteiro, aventureiro e shaper, esculpe suas próprias pranchas de surf desde 1978.

Começou no teatro fazendo cartazes e programas para o Grupo Armação, mas na década de 1980 já começa a criar cenários para teatro; na mesma época se envolve com produção de vídeo e realiza alguns sets para TV e cenários de ficção. Nos anos 1980-1990 realiza alguns cenários premiados para o Armação, como “O Rapto das Cebolinhas”, “Os Órfãos de Jânio” e “Tchekov em dois Tempos”.

No cinema participa como Diretor de Arte e Cenógrafo premiado também na trilogia de curtas catarinenses do diretor Ronaldo dos Anjos, dos três filmes citados anteriormente. Em 2017 voltou a fazer cenário para teatro a convite do Grupo Armação, que comemorou 45 anos de atividades com a montagem de “Sopros de Paz e Guerra”.

 

SERVIÇO

O QUÊ: Inscrições abertas para Workshop de Cenografia com Neno Brazil

QUANDO: Inscrições: até 14 de maio de 2018 (ou enquanto houver vagas), de segunda a sexta, das 10 às 17 horas. Workshop: de 14 a 17 de maio, das 19 às 22 horas.

ONDE: Inscrição Presencial: Departamento Artístico Cultural (DAC), Teatro da UFSC (ao lado da Igrejinha), Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis-SC

QUANTO: Taxa de inscrição única (R$ 250,00). Aberto à comunidade, para maiores de 18 anos.

CONTATO: Departamento Artístico Cultural (DAC) da UFSC, (48) 3721-2498 ou 3721-9447 – www.dac.ufsc.br

 

Paulo Marcos de Assis/Estagiário de Joralismo/DAC/SeCArte/UFSC

 

15/04/2018 19:17

Ainda há vagas para a Oficina de Teatro para Adolescentes. Aberto à comunidade. Clic na imagem e saiba mais.

Projeto 12:30 recebe a música intrumental do ‘Trovão Rocha Trio’, nesta quarta-feira 18/04

15/04/2018 19:14

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Trovão Rocha. Foto: Lucas Weber.

Nesta quarta-feira, dia 18 de abril, o Projeto 12:30 conta com a apresentação do grupo musical “Trovão Rocha Trio”. Nesse show instrumental, o baixista que leva o nome à frente do grupo é acompanhado pelos músicos Sebastian Cavallaro (saxofone) e Victor Bub (bateria).  A apresentação, gratuita e aberta à comunidade, será realizada às 12h30, em palco montado ao lado do Centro de Cultura e Eventos da UFSC, em Florianópolis.

O repertório é de composição do baixista Trovão Rocha, que mescla a apresentação dos arranjos estruturados aos momentos de interação e improvisação entre os músicos. Segundo o músico, “A proposta é romper com os clichês de estilo, fazendo uma música instrumental sem fronteiras entre música popular ou erudita”, e completa, “o show traz uma atmosfera intimista para o público, focando nas sutilezas e na beleza de cada música do repertório”.

Trovão Rocha

Trovão Rocha, natural de Curitiba, é graduado em música pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Começou seus estudos no contrabaixo aos 14 anos, desde então, se desenvolveu como músico estudando com diversas referências no instrumento. Reconhecido por tocar de uma maneira diferenciada, utilizando baixo como um instrumento harmônico, realizou diversos shows de duo que enfatizam essa característica em especial. Atua como professor particular e também na Escola Livre de Música de Florianópolis, dando aulas de contrabaixo acústico e elétrico, harmonia e prática de conjunto.

Victor Bub

Victor Camargo Bub, natural de Florianópolis, iniciou seus estudos de bateria e percussão aos 12 anos de idade. Ao longo de sua trajetória, musical estudou percussão popular e erudita, além do curso técnico de Percussão Erudita na Escola de Música Villa Lobos, no Rio de Janeiro.

Durante os anos que viveu no Rio de Janeiro, participou ativamente de gravações e shows acompanhando artistas como Gregg Wilson, Fernando Noronha, Chico Gomes e Otto. Hoje é músico atuante no cenário musical de Florianópolis e representante no Brasil da marca turca de pratos Istambul Mehmet, além de ser produtor de eventos culturais relacionados à bateria e percussão.

Sebastian Cavallaro

Natural de La plata, Argentina, é saxofonista e professor de saxofone desde 1999. Na sua formação como músico estudou saxofone, guitarra e piano, e estudou improvisação, harmonia, composição em grupo, linguagem do jazz, etc.  Integrou diversas bandas de jazz na Argentina; participou da “Banda Sinfónica del Museo de La Plata” e da “Orquestra del Conservatorio” dirigida por Rubén Flores García.

Em 2001, viaja até a Espanha onde realiza uma série de apresentações junto de outros instrumentistas – atuando também como músico convidado no Festival de Jazz em Ibiza. Entre 2013 e 2015 esteve na China se apresentando como integrante de banda sinfônica e solista do “Buenos Aires Opera Show”, em eventos desportivos da China (Tianjin Snow Polo World Cup). Desde 2016 vem participando do cenário musical de Florianópolis, hoje integrando o “Trovão Rocha Trio”.

Projeto 12:30

Realizado pelo Departamento Artístico Cultural (DAC) da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o Projeto 12:30 apresenta, quinzenalmente, às quartas-feiras, durante o período letivo, atrações culturais gratuitas, como música, dança e teatro, junto à Praça da Cidadania, ao lado do Centro de Cultura e Eventos, na UFSC. Artistas e grupos interessados em se apresentar no Projeto devem entrar em contato com o DAC pelos telefones (48) 3721-2447 ou 3721-3853 / www.dac.ufsc.br – pelo e-mail:

 

SERVIÇO

O QUÊ: apresentação musical do “Trovão Rocha Trio”

QUANDO: quarta-feira, 18 de abril de 2018, às 12h30min.

ONDE: Projeto 12:30, ao Lado do Centro de Cultura e Eventos, Praça da Cidadania, Campus da UFSC, Trindade, Florianópolis (SC).

QUANTO: gratuito e aberto à comunidade

CONTATO: Projeto 12:30 – Departamento Artístico Cultural (DAC) / Igrejinha da UFSC, Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis (SC) / (48) 3721-2497, 3721-9447 e 3721-3853 / www.dac.ufsc.br  – 

 

Paulo Marcos de Assis/Estagiário de Jornalismo/DAC/SeCArte/UFSC

 

Orquestra de Câmara da UFSC, há vagas para violino, violoncelo e contrabaixo

12/04/2018 03:47

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Ainda há vagas para instrumentistas (violino, violoncelo e contrabaixo) para a Orquestra de Câmara da UFSC, grupo musical vinculado ao Departamento Artístico Cultural (DAC), da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), sob a coordenação e regência de Miriam Motitz. As inscrições e o agendamento para os testes devem ser realizados pelo e-mail

O projeto cultural permanente Orquestra de Câmara da UFSC têm por objetivo fomentar e difundir a música instrumental, proporcionando aos músicos em potencial, que compõem o corpo estudantil desta Universidade, espaço para desenvolverem seus potenciais artístico-musicais. O projeto também visa divulgar a música erudita e popular, através de apresentações, e com isso incentivar a formação e a cultura local; incentivar sua participação no processo de interação entre Universidade e Sociedade; aprimorar o processo de ensino-aprendizagem através do envolvimento de estudantes em atividades de extensão.

Orquestra de Câmara da UFSC

A Orquestra de Câmara da UFSC iniciou os ensaios em junho de 2009. Podem fazer parte da orquestra pessoas da comunidade universitária e da comunidade em geral. Os estudantes da UFSC podem receber mensalmente uma Bolsa Cultura direcionada a alunos de graduação. Os ensaios gerais acontecem no período vespertino no Anfiteatro do Espaço Físico Integrado (EFI-1)*.

Testes para participar:

Requisitos: ter instrumento e nível médio do instrumento;

Seleção: Execução de 2 músicas de livre escolha (trazer as partituras) e 1 leitura à primeira vista;

Local: Anfiteatro do Espaço Físico Integrado (EFI-1).

Início das atividades p/ novos: imediato

Alunos de graduação da UFSC têm direito a receber uma Bolsa Cultura.

 

SERVIÇO:

O QUÊ: Inscrição de instrumentistas para a Orquestra de Câmara da UFSC (vagas para violino, violoncelo e contrabaixo).

ONDE: Inscrições e agendamento de testes pelo e-mail – Local dos Ensaios: Anfiteatro do Espaço Físico Integrado (EFI-1)*, UFSC Campus Florianópolis, Trindade.

QUANTO: gratuito e aberto à comunidade.

MAIS INFORMAÇÕES: (48) 3721-4437 e e-mail

Veja mais sobre os grupos musicais do DAC em www.dac.ufsc.br

Veja no Facebook fotos da Orquestra de Câmara da UFSC

(*) O Espaço Físico Integrado 1 (EFI-1), é um prédio de seis andares, localizado no Campus Reitor João David Ferreira Lima (UFSC/Trindade), atrás do Centro de Ciências Físicas e Matemáticas (CFM), centro esse que dá acesso à entrada principal do EFI.

 

[CW] DAC: SeCArte: UFSC, com informações da coordenação do grupo musical.

Átila Ramos expõe pinturas e lança livro sobre cinemas de rua de Florianópolis, dia 17/04

12/04/2018 03:19

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As obras do Artista Plástico Átila Ramos registram a memória dos cinemas da cidade  -– a abertura da mostra conta ainda com lançamento do livro homônimo

Abre nesta terça-feira, dia 17 de abril, às 18 horas, no Hall da Reitoria da UFSC, a exposição de pinturas “Cinemas (de rua) de Floripa”, do artista plástico catarinense Átila Ramos.  Serão expostos 21 trabalhos que utilizam a técnica de pintura em acrílico sobre tela. As dimensões variam em média de 40x50cm. A mostra, que estará aberta ao público até o dia 10 de maio, é gratuita e pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 7 às 20 horas.

Na abertura da mostra, haverá também o lançamento do livro do artista sobre o mesmo tema da exposição. O livro “Cinemas (de rua) de Floripa: a história dos cinemas de rua de Florianópolis (mudos e sonoros) desde 1900” é a síntese de uma pesquisa de 4 anos sobre os cinemas de Florianópolis, num registro de uma memória com mais de 100 anos de história na cidade.

Alguns exemplares do livro – que tem o apoio de impressão da Secretaria de Cultura e Arte, da Universidade Federal de Santa Catarina –, serão distribuídos ao público durante o lançamento, e parte será doada para instituições culturais. A realização desta exposição na Universidade é uma iniciativa do cineasta Zeca Nunes Pires, coordenador do Departamento Artístico Cultural (DAC) da UFSC.

Como surge a exposição

No ano de 2013, Átila Ramos apresentou, pela primeira vez, algumas pinturas sobre os cinemas de Florianópolis. Naquela ocasião, em uma mostra livre organizada por alguns artistas da cidade, foram expostas algumas obras de sua autoria, sendo que dois desses trabalhos ilustravam alguns cinemas de rua – o Cine Roxy e o Cine Ritz. Esses cinemas retratados nas obras, no entanto, já eram familiares ao artista.

Foi em uma pesquisa, em busca de dados históricos sobre o Cine Roxy, realizada na Biblioteca Pública do Estado (SC), que Átila se surpreendeu com algumas informações desconhecidas – informações essas que serviriam como ponto de partida para resultar nas pinturas da atual exposição. Através de consultas em jornais de 100 anos atrás, o artista se depara com notícias a respeito de um cinema chamado “Cassino”, um cinema mudo datado do ano de 1909, o primeiro da cidade, que funcionava na Praça XV de Novembro, número 27.

A partir daí, Átila inicia um processo de pesquisas que se seguiriam pelos próximos 4 anos, resgatando dados históricos da era dos cinemas mudos da cidade de Florianópolis. Tendo acumulado um extenso conteúdo informativo, sintetiza a sua pesquisa no livro “Cinemas (de rua) de Floripa”. O artista ressalta que o conteúdo apresentado no livro está caindo no esquecimento da memória da cidade: “Esse resultado da pesquisa que está sendo lançado está enterrado. Ninguém sabe”.

Sobre o Livro

O livro de 120 páginas traz ilustrações com as obras do artista e recortes de jornais antigos que retratam os filmes em cartaz naquela época. A narrativa se divide em duas fases principais: uma sessão dedicada aos primórdios do cinema em Florianópolis, com os cinemas mudos; e outra sessão dedicada aos cinemas sonoros, que começam a surgir na cidade a partir de 1931.

A primeira fase retratada no livro resgata nomes como o “Cinema Art-Nouveaux”, inaugurado no ano de 1910, e que funcionava no Teatro Álvaro de Carvalho, depois denominado Cinema Theatro, que foi um local importante para a arte cinematográfica na cidade; o “Cinema Círculo”, fundado pela Igreja Católica em 1912; passando pelo luxuoso “Internacional Cinema”, na atual rua João Pinto, fundado em 1924; e chegando até a construção do Centro Arquidiocesano Dom Joaquim, que abrigou o Cine Theatro Centro Popular, de 1930 – o último espaço inaugurado na era dos cinemas mudos na cidade, mas o cinema sonoro  já chegaria à cidade no ano seguinte.

Já na segunda sessão do livro, o autor inicia destacando a chegada do primeiro cinema sonoro na ilha, o “Cinema Palace” (em 1931) – na esquina da rua Arcipreste Paiva com a Tenente Silveira –, numa realização de dois empresários que se unem para implantar o cinema falado. “Alvorada do Amor”, “que encerra lindos números de música”, é o primeiro filme a ser exibido, marcando o início de uma nova era nos cinemas de rua de Florianópolis.

A partir daí, o autor vai percorrendo os vários cinemas de rua da cidade, passando, entre eles, pelo Cine Imperial, Cine Rex, Cine Odeon, Cine Cecontur, Cine São José, Cine Art 7. Um percurso repleto de informações sobre a história dos cinemas de rua da cidade, que muita gente não conhece.

As Pinturas

O artista, que já havia pintado algumas obras sobre os cinemas sonoros de Florianópolis, dá sequência ao mesmo tema retratando também os cinemas mudos. Nessa segunda fase, suas pinturas se ambientam nos cenários mais antigos da cidade. Seus quadros dão vida às imagens de um passado esquecido sobre os cinemas daquela época, imagens que até então não haviam sido registradas em fotografias.

Átila Ramos realiza esse feito através de uma viagem no tempo, muitas vezes “criando” os ambientes. Guiado por suas pesquisas, detalha desde os minuciosos trajes dos personagens daquela época, até as antigas salas que contavam com orquestras para entreter o público na sua chegada ao cinema e nos intervalos, enquanto eram realizadas as trocas manuais dos rolos de filme nos cinematógrafos.


Sobre o Artista

Átila Ramos é natural de Florianópolis, nascido no bairro Saco dos Limões (1944), onde passou a infância. Desde cedo teve facilidade com os desenhos e já no primário a professora percebia sua habilidade que o destacava entre os demais colegas. No segundo grau, era o escolhido da turma para apresentar os desenhos desenvolvidos na disciplina de Educação Artística durante o ano letivo.

Átila Ramos junto à pintura de sua autoria. Foto: Criss Melo.

Encaminhando-se para a conclusão do segundo grau, Átila vê na Engenharia Mecânica a possibilidade de unir sua vocação artística aos projetos técnicos da profissão: “Eu aprendi bem cedinho que o campo da engenharia é vasto. Eu poderia trabalhar na prancheta, com desenhos, projetos […]”.

Graduou-se na Universidade Federal de Santa Catarina, onde atuou como professor do Departamento de Expressão Gráfica, ministrando aulas de desenho técnico para os cursos de engenharia. Logo que se formou, entrou para a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (CASAN) como engenheiro, onde trabalhou por 37 anos.

Desde que exercia seus trabalhos como engenheiro na CASAN, Átila já demonstrava possuir um olhar zeloso à preservação da memória. Após 8 anos na Companhia, Átila realiza uma pesquisa sobre a história do saneamento em Florianópolis – o que vem a se tornar o seu primeiro livro, lançado em 1984.

Como autor, Átila Ramos lançou também uma série de 3 livros sobre a história do Carnaval na Ilha de Santa Catarina. O primeiro lançado em 1997 (Carnaval da Ilha) e o último em 2012 (Carnaval da Ilha III – em quadrinhos), após ser contemplado em edital da Fundação Franklin Cascaes na área de Literatura e Artes.

O olhar investigativo do artista-professor sempre despertou nele interesses que o impulsionaram a realizar trabalhos que registram o patrimônio cultural e momentos da história de Florianópolis, muitas vezes desconhecida ou esquecida. Paralelamente, sua percepção artística permitiu que fossem retratados – através de ilustrações, desenhos e pinturas –, aqueles cenários visitados pelo seu imaginário, sempre fundamentados nas suas profundas pesquisas.

Segundo o artista, obras suas integram o acerco de instituições catarinenses, como o Tribunal de Contas do Estado, a Assembleia Legislativa do Estado e o Museu de Arte de Santa Catarina.


SERVIÇO:

O QUÊ: Exposição de pinturas “Cinemas (de rua) de Floripa” do artista plástico catarinense Átila Ramos, e lançamento de livro homônimo na abertura da exposição .

ONDE: Hall da Reitoria da UFSC, Trindade, Campus da UFSC Florianópolis (SC).
QUANDO: Abertura da exposição/Lançamento do livro: dia 17 de abril de 2018, às 18 horas. Visitação à exposição: até dia 10 de maio, de segunda a sexta-feira, das 7 às 20 horas.
QUANTO: Gratuito e aberto à comunidade.
CONTATO: Departamento Artístico Cultural (DAC) da UFSC – 3721-9447 – www.dac.ufsc.br

 

Paulo Marcos de Assis / Estagiário de Jornalismo / DAC: SeCArte: UFSC

Veja também notícia sobre esse assunto escrita por Paulo Clóvis Schmitz e publicada no ND Online