Teatro da UFSC inicia semestre com Macbeth

25/03/2013 18:12

O Teatro da UFSC recebe na segunda semana de aulas a peça baseada na obra de William Shakespeare, “Macbeth”. A apresentação acontece no dia 25/3 (segunda-feira), às 20h e com entrada gratuita. O espetáculo faz parte da programação de recepção aos estudantes da UFSC.

A montagem faz parte do projeto de pesquisa da UFSC “Paper Macbeth”, que tem participação de alunos e ex-alunos do curso de Artes Cênicas e Letras da universidade. A peça foi produzida originalmente para a Cultura Inglesa, participando da 14ª edição do festival da instituição, em 2010.

Apoiada em relatos de guerras entre linhagens nobres do Reino Unido, “Macbeth” é uma das tragédias mais sangrentas de Shakespeare, tendo como pano de fundo a ambição. Transformar a obra em uma montagem para o Teatro de Formas Animadas (que engloba bonecos, máscaras e objetos) era um antigo projeto do bonequeiro Cesar Rossi e da pesquisadora de Shakespeare, Aline Maciel. Para realizar este desafio, a dupla buscou a diretora Sassá Moretti. Do texto foi compilado apenas o essencial, como é comum neste tipo de teatro, para estimular o imaginário do público com recursos visuais.

O Projeto

Projeto de pesquisa é da professora-pesquisadora da UFSC, Maria de Fátima de Souza Moretti. A peça realizou sua estreia em abril de 2010, na cidade de São Paulo, durante o 14º Festival Cultura Inglesa, participando no mesmo ano da “Bodas de Cena – UFSC 50 anos” e Semana Ousada de Artes da UFSC/UDESC – Edição 2010.

Em 2012, o projeto foi contemplado com o “Prêmio Myriam Muniz” para circulação do espetáculo pelos estados de Santa Catarina e Paraná. Para 2013, além da circulação, tem apresentações marcadas na 3ª Maratona Cultural de Florianópolis, Calourada 2013 da UFSC, VIIºCongresso Internacional Roa Bastos e Projeto “Cena Aberta” –  DAC/SECULT/UFSC.

Sinopse

Folhas de jornal esvoaçam no vazio e, aos poucos, vão sendo amassadas, dobradas e moldadas por “forças invisíveis”, até tornarem-se bruxas. Assim começa esta montagem de Macbeth, provavelmente uma das peças shakespearianas mais adaptadas ao longo dos últimos 400 anos. Aqui, a tragédia do general escocês é recontada na linguagem do teatro de bonecos – no caso, bonecos de papel que ganham vida através de atores-manipuladores ocultos à visão da plateia.

Ficha Técnica

Atores manipuladores: Aline Razzera Maciel, Igor Gomes Farias, Gustavo Bieberbach, Ricardo Goulart e Ronaldo Pinheiro Duarte

Adaptação: Aline Maciel e Sassá Moretti

Bonecos e objetos: César Rossi

Adereços: Margô Ferreira

Cenotécnica: Guilherme Rotulo e Marcos Araújo

Concepção e operação da Luz: Ivo Godois e Gabriel Guedert

Concepção do som: Jefferson Bittencourt

Operação de som: Andrea Padilha e Carol Boabaid

Operação de câmera: Leonardo Sagaz Santos

Direção: Sassá Moretti

 

SERVIÇO

O QUÊ: peça Macbeth

QUANDO: dia 25 de março de 2013, segunda-feira, às 20h

ONDE: Teatro da UFSC (ao lado da Igrejinha) – Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis

QUANTO: Gratuito. Ingressos na bilheteria, antes do espetáculo. Capacidade do teatro: 108 lugares.

 

Fonte: Bruna Andrade – Acadêmica de Jornalismo, Estagiária no DAC:SECULT:UFSC

 

Coral, Madrigal e Orquestra de Câmara abrem novas iscrições

19/03/2013 17:04

Coral da UFSC em ensaio na Igrejinha

Os grupos do Coral, Madrigal e Orquestra de Câmara da UFSC, que retomaram suas atividades este mês, voltam a realizar testes. No dia 19 (terça-feira) ocorre na Igrejinha da UFSC entrevistas para ingresso no Coral. Os candidatos devem possuir experiência em coro ou canto. O processo de seleção acontece das 16h às 18h30.

Os interessados nas vagas do Madrigal e da Orquestra de Câmara devem comparecer na Igrejinha da UFSC no dia 20 (quarta-feira), das 14h às 17h. Os candidatos devem levar duas músicas para serem executadas à capella no teste. Os requisitos para o ingresso são: experiência com técnica vocal para o Madrigal e nível médio de instrumento para a Orquestra.
Há possibilidade de bolsas de extensão para os alunos da graduação da UFSC que fizerem parte do Madrigal ou da Orquestra de Câmara.

Coral da UFSC
O Coral da UFSC tem como objetivo principal promover e difundir o canto coral, bem como contribuir com a integração e a extensão cultural de nossa universidade. Pretende também levar a seus coralistas conhecimento teórico e prático, num processo de aprendizagem e valorização da arte musical através do canto.

Desde maio de 2004, o Coral é coordenado pela regente Miriam Moritz, que tem realizado vários concertos em congressos, recital e encontros de corais no Campus. Miriam também coordena novas atividades para a comunidade, como o Grupo de Canto para Iniciantes e os projetos de extensão cultural Madrigal e Orquestra de Câmara da UFSC.

Ensaio do Madrigal e da Orquestra de Câmara da UFSC

Madrigal e Orquestra de Câmara
Criados em 2009, os projetos de Extensão Madrigal da UFSC e Orquestra de Câmara da UFSC têm por objetivo fomentar e difundir a música vocal e instrumental, proporcionando aos músicos em potencial, que fazem parte dos cursos de graduação da UFSC, um espaço para desenvolverem seus potenciais artístico-musicais. Os projetos também visam divulgar a música erudita e popular, através de apresentações, e com isso incentivar a formação e a cultura local.

A criação do Madrigal e da Orquestra de Câmara veio enriquecer, ainda mais, as atividades musicais desenvolvidas pelo DAC. Com o apoio da administração central da UFSC, os estudantes podem dedicar-se à música, desenvolvendo ainda mais os seus potenciais. A realização cultural é uma ação social onde se exercita, se descobre e se mostra a identidade individual e coletiva. É uma transmissão de informações com variadas possibilidades.

50 anos de Coral
O Coral da UFSC completou 50 anos de existência dia 9 de janeiro 2013, somando milhares de atividades e apresentações, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida das pessoas através do canto. Num processo de aprendizagem, o coral valoriza a cultura local através da execução de músicas de diversos compositores e estilos.

Durante todo este ano haverá diversas apresentações em espaços públicos, bem como atividades que buscam o aprimoramento e a sociabilização como: encontro de corais e recepção de outros grupos de canto. No repertório serão apresentadas músicas de compositores catarinenses ou radicados aqui, para valorização da cultura local. A produção de um documentário também está no projeto das comemorações. Será um ano dinâmico e variado e espera-se contar com a colaboração da comunidade para apoiar uma atividade que se manteve viva durante tanto tempo.

Saiba mais sobre os grupos musicais em www.dac.ufsc.br.

 

SERVIÇO:

O QUÊ: teste dos grupos Coral, Madrigal e Orquestra de Câmara da UFSC
QUANDO: dia 19 para o Coral, das 16h às 18h30; e dia 20 de março para o Madrigal e a Orquestra de Câmara, das 14h às 17h.
ONDE: Igrejinha da UFSC – Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis.
QUANTO: gratuito.
Fonte: Bruna Andrade – Acadêmica de Jornalismo, Estagiária no DAC: SECULT: UFSC

“As filhas de King Kong” retorna ao Teatro da UFSC

21/02/2013 13:09

Alunos do curso de Artes Cênicas concluem o semestre com apresentação do espetáculo

Os alunos da disciplina de Montagem Teatral do Curso de Artes Cênicas da UFSC fazem as últimas apresentações da peça “As filhas de King Kong” no Teatro da UFSC. O espetáculo, que já passou pela casa durante o Festival de Teatro Isnard Azevedo, retorna agora nos dias 25, 26, 27 e 28, às 20h. O texto consiste em uma dramaturgia lírica e grotesca sobre o relacionamento com a velhice. A peça tem classificação livre, com entrada gratuita.

Traduzida e adaptada por Paulo Ricardo Berton, “As filhas de King Kong” é obra da dramaturga Theresia Walser e causou polêmica em sua estreia, na Alemanha, em1998. Aautora aborda tema como a eutanásia e o tratamento dos idosos. A proposta dos alunos do Curso de Artes Cênicas da UFSC foi abraçar o desafio de levar ao palco este texto tragicômico para a apresentação de final de semestre.

A temática atinge complexo de culpa das sociedades ocidentais e orientais em relação ao desprezo pela velhice. “Segundo nossa interpretação e também conforme algumas referências propostas pela dramaturga, a peça encontra-se no ambiente do grotesco, do absurdo”, diz a aluna integrante Nathália Menotti Mazini. “O conjunto das referências e o próprio texto pode ser risível a primeira leitura, mas a atmosfera vai ficando cada vez mais tensa e o riso vai ficando frouxo até desaparecer.

A encenação As Filhas de King Kong mobiliza desde o início deste ano alunos da sétima fase da disciplina Projeto de Montagem, ministrada pelos professores Dirce Waltrick do Amarante e Paulo Ricardo Berton, responsável pela direção geral. A professora Priscila Genara Padilha cuidou da preparação de ator e Luiz Fernando Pereira da cenografia, figurino e maquiagem. Quatorze alunos integram o elenco que tem um núcleo permanente e outro que se alterna em duas equipes diferentes. Os estudantes também ocupam funções na montagem  e produção do espetáculo.

A peça tem apoio da UFSC, assim como do Centro de Comunicação e Expressão (CCE) e do Departamento de Artes e Libras (DALi).

 

Sinopse

Um ambiente sujo, fétido, marcado pelo descaso e assassinatos. Um mundo grotesco, onde pessoas que deveriam cuidar, mal tratam. Mulheres – pseudocuidadoras de velhinhos – que sonham com uma realidade diferente, fora do asilo, longe da decadência que esse ambiente decrépito lhes oferece. Velhos loucos, frágeis e sonhadores.

A peça da Dramaturga Theresia Walser, traduzida e adaptada por Paulo Berton, conta a história de três cuidadoras de idosos e revela a vida miserável e decadente de todos que no asilo se encontram. As três mulheres – Filhas de King Kong – não possuem qualquer expectativa para suas vidas e, como passatempo, costumam assassinar seus pacientes da forma mais glamorosa – e um tanto curiosa – possível. Carla, Berta e Meggie sonham com uma realidade diferente da que estão presas.

Os velhos, por sua vez, revelam-se – apesar da idade avançada e dificuldades impostas naturalmente pelo tempo e agravada pelos maus tratos impostos pelas Filhas de King Kong – mais vívidos e com mais expectativas de vida que suas próprias cuidadoras. Na ânsia por viver um pouco mais, planejam novos rumos e deliram em suas fantasias, muitas vezes absurdas, porém não menos vivas. Seis idosos à beira se seus oitenta anos, seis histórias, seis mentes podadas e caquéticas, pessoas coloridas por suas próprias criatividades. Velhinhos que esperam pelo filho que jamais voltará, que se apaixonam todo dia pela mesma esposa, por mais que esta esteja perdendo completamente a noção da realidade, que escrevem poemas de amor. Pessoas apaixonadas por suas próprias melodias, esperançosas por encontrar um homem que as ame verdadeiramente. Idosos que, ao final da vida, ainda conseguem inspiração em coisas simples e belas.

Na trama ainda encontramos com Rolfi, um aventureiro golpista e sedutor. Outro personagem decadente. O único representante viril da casa de repouso, capaz de despertar a atenção das três jovens cuidadoras.

Inúmeras atmosferas, muitas intenções. Assassinatos mal concebidos, violência, esperança. Golpes mal aplicados. Tudo isso abordado com muita ironia, criatividade e humor.

 

SERVIÇO

O QUÊ: peça “As filhas de King Kong”

QUANDO: 25, 26, 27 e 28 de fevereiro de 2013, às 20 horas

ONDE: Teatro da UFSC (ao lado da Igrejinha), Praça Santos Dumont, Trindade – Florianópolis

QUANTO: Gratuito. Chegar com uma hora de antecedência.

Contato: Priscila Padilha – professora responsável: 48 9656-0355

 

Fonte: Bruna Andrade – Acadêmica de Jornalismo, Estagiária no DAC: SECULT:UFSC

 

UFSC lança edital para uso de espaços culturais

01/02/2013 03:27

Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha, terá uso mediante edital

 

Edital estabelece critérios para ocupação dos espaços culturais da UFSC

A Secretaria de Cultura (Secult) da UFSC lança nesta sexta-feira, dia 1º de fevereiro, às 10h, o edital Espaço Vivo 2013 que trata da ocupação dos espaços públicos que estão sob a responsabilidade da Secretaria. O Edital n.01/2013 define os critérios para a seleção de propostas nas áreas acadêmica, científica, cultural, educacional, religiosa e artística a serem realizadas entre 15 de abril e 20 de dezembro de 2013.

A iniciativa atende à Lei 6.120, de 15 de outubro de 1974, que dispõe sobre a alienação de bens imóveis de instituições federais de ensino e à Lei 8.666, de 21 de junho de 1993, conhecida como Lei de Licitações. O edital trata dos auditórios localizados no Centro de Cultura e Eventos; do Auditório da Reitoria; do Teatro da UFSC e das Fortalezas de Santa Cruz de Anhatomirim, São José de Ponta Grossa e Ratones.

De acordo com Paulo Berton, Secretário de Cultura da UFSC, os espaços públicos da Secult têm importante papel na vida cultural na Grande Florianópolis. “Pretendemos que com este edital eles possam, inclusive, consolidar-se como ambientes de difusão de trabalhos relevantes como espetáculos artísticos, além de eventos acadêmicos e afins”, explica.

Podem participar da seleção pessoas físicas ou jurídicas, mas é vedada a participação de servidores efetivos da UFSC. “Esta vedação se justifica porque a comunidade interna já indicou as suas necessidades de ocupação, todas já agendadas”, afirma o secretário. Cada proponente pode inscrever até quatro projetos diferentes, obrigatoriamente de caráter precário e eventual. As inscrições ocorrem de 1º de fevereiro a 17 de março de 2013.

Critérios

Para selecionar as propostas, a Secult vai nomear uma comissão própria, formada por cinco membros. Esta equipe – que pode incluir membros externos à UFSC – vai analisar os projetos a partir de 15 critérios classificatórios como a experiência do proponente; gratuidade do evento; comprometimento do projeto com o pensar crítico e ineditismo do projeto ou do artista em Florianópolis. A valorização da cultura local e o compromisso com a visibilidade aos grupos sociais discriminados e marginalizados são outros critérios – previstos no edital – a serem considerados pela comissão.

Os valores do aluguel são regidos por resolução específica do Conselho de Curadores da UFSC, aprovada em novembro de 2010. Caso o projeto aprovado preveja cobrança de ingresso ou de taxa de inscrição e o evento vier a arrecadar mais do que o valor estabelecido na norma interna da Universidade, será cobrada uma taxa de 10% sobre a arrecadação total. Estes recursos serão usados, prioritariamente, para fazer a manutenção dos espaços e para promover ações culturais na UFSC.

 

Serviço:

O quê: Lançamento do Edital n.01/2013 – Espaço Vivo
Quando: dia 1º de fevereiro de 2013, às 10h, na Sala Goiabeira, do Centro de Cultura e Eventos
Maiores informações no site da Secult: http://www.secult.ufsc.br
Agecom: (48) 3721-9601
Assessoria de Imprensa do Gabinete da Reitoria: (48) 3721-4081/ (48) 8468-1606

[Notícia publicada originalmente em www.ufsc.br em 30/01/2013 às 18:44]

Hamlet, primeiro in quarto, no Teatro da UFSC

22/11/2012 23:25

Teatro do UFSC recebe a versão primeiro in quarto da peça Hamlet

O espetáculo faz parte da programação cultural da 11ª SEPEX

 

 

 

A peça também será apresentada nos dias 2 e 3/12, durante a Semana de Arte do DAC, que acontece de 2 a 7/12.

A famosa peça shakespeariana se distancia da Inglaterra e aproxima-se da cultura oriental no espetáculo do Grupo Pesquisa Teatro Novo,  que sobe ao palco do Teatro da UFSC, nos dias 23, 24 e 25 de novembro, às 20 horas. O texto foi traduzido pelo professor de Literatura da Língua Inglesa da UFSC, José O’Shea, e tem direção geral e de produção da diretora de teatro do Departamento Artístico Cultural (DAC) da UFSC, Carmen Fossari. A versão primeiro in quarto não havia sido apresentada no Brasil antes.

A peça que estreou no último dia 13 é inspirada no teatro oriental. Segundo a diretora o uso da linguagem cênica do oriente é um recurso para distanciar a cena e ter como efeito a aproximação o foco dramático. O figurino é inspirado no período Edo, com apenas alguns figurinos shakesperianos. O cenário mantém os objetos das montagens tradicionais, como a caveira, mas traz também objetos da cultura nipônica — 25 leques.

Para seguir essas linhas teatrais e culturais foram precisos dois anos e meio de pesquisa, que tiveram assessoria da professora da UFSC, Maria Amélia Dieckie, sobre cultura e arte no Japão, e de Alice Yumi, sobre gestualidade, a linguagem Taiko e maquiagem. A preparação corporal levou um ano e foi comandada pela professora indicada pela Associação Nipocatarinense, Fernanda Manhães.

Nesta tradução de O’Shea, a dramaturgia é focada para a ação dramática, com trechos tanto em prosa quantoem verso. Notexto percebe-se o Shakespeare ator e diretor de teatro, com indicações sobre o universo do fazer teatral. Hamlet é interpretado por Bruno Leite e o elenco é do Grupo Pesquisa Teatro Novo.

No palco estará presente a dança japonesa, com uso de leques e sombrinhas. Os figurinos assumem uma dimensão de ritual, sintetizando as linguagens oriental e ocidental.

A SEPEX

A peça está incluída na programação cultural da 11ª Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFSC (SEPEX). O evento, que acontece desde 2000, reúne trabalhos desenvolvidos na Universidade em uma mostra científica aberta ao público.

São expostos projetos nas áreas de comunicação, cultura, educação, tecnologia, ambiente, trabalho, direitos humanos e saúde. Também são oferecidos minicursos, palestras e apresentações culturais.

A diretora da peça

Carmen Fossari é coordenadora da Oficina Permanente de Teatro (OPT) e do Grupo Pesquisa Teatro Novo (do qual também é diretora artística), ambos do Departamento Artístico Cultural da UFSC. Dramaturga, atriz, poetisa, membro da ACLA (Academia Catarinense de Letras e Artes). Em seu currículo constam mais de 70 direções e produções teatrais, apresentações representando o país  na Argentina, Chile, Uruguai, Paraguai, Colômbia, México, Porto Rico, e Portugal.

Este ano lançou seu segundo livro de poesias, Lua Palavra Nua, na 22ª Feira Internacional do Livro de São Paulo. Consta do Dicionário Brasileira de Escritoras de  Nelly Novaes, no Catálogo Brasileiro de Dramaturgia de Maria Helen Kunnher(RJ) bem como do Dicionário Catarinense de Escritores.

O tradutor

José R. O’Shea é bacharel pela University of Texas, mestre em Literatura pela American University e PhD em Literatura Inglesa e Norte Americana pela University of North Carolina. Na condição de “research fellow”, realizou estágios de pós-doutoramento no Shakespeare Institute-University of Birmingham, na University of Exeter e na Folger Shakespeare Library. Ingressou no quadro de docentes da Universidade Federal de Santa Catarina em 1990, onde é Professor Titular desde 1993. Atua em pesquisa, orientação e ensino na área de Literatura de Língua Inglesa, principalmente nos seguintes temas: Shakespeare, Performance e Tradução Literária. É pesquisador do CNPq desde meados dos anos 90, com projeto que contempla traduções em verso e anotadas da dramaturgia shakespeariana, com cinco de tais traduções já publicadas e uma em fase de revisão.

O Grupo Pesquisa Teatro Novo (GPTN)

Criado no ano de 1976, o grupo atua desde então à frente da comunidade catarinense, trabalhando com espetáculos de Teatro de Rua, Bonecos e encenações em casas de espetáculos e espaços alternativos. No currículo constam montagens realizadas e prêmios conquistados em diversos festivais, no âmbito estadual, nacional e internacional. Com estas participações trouxe ao Brasil o I Entepola (Encontro de Teatro Popular Latino Americano) realizado em Florianópolis em 1996.

A partir de 1995, o grupo passou a integrar o CLATP – Circuito Latino-Americano de Teatro Popular. Neste sentido, o GPTN já realizou oficinas no México, Paraguai e Chile, e recebeu oficineiros do Peru, Argentina, Chile e Uruguai. O Grupo Pesquisa realizou a gestão do projeto junto ao INACEN – Instituto Nacional de Artes Cênicas (RJ), em 1979, que resultou na criação do Teatro da UFSC.

Já fez oito temporadas teatrais pelo Chile e esteve atuando com seu repertório ainda em Porto Rico, Argentina, Paraguai e México. Desde a sua criação, o Grupo Pesquisa tem a direção artística de Carmen Fossari. Ao todo, já foram produzidos mais de 70 espetáculos nos diversos gêneros teatrais.

Sinopse

A peça, situada na Dinamarca, reconta a história de como o Príncipe Hamlet tenta vingar a morte de seu pai Hamlet, o rei, executando seu tio Cláudio, que o envenenou e em seguida tomou o trono casando-se com a mãe de Hamlet. O texto de William Shakespeare traça um mapa do curso de vida e explora temas como a traição, vingança, incesto, corrupção e moralidade.

 

SERVIÇO

O QUÊ: Peça Hamlet in quarto

QUANDO: dias 23, 24 e 25, às 20 horas. E também nos dias 2 e 3 durante a Semana de Arte do DAC.

ONDE: Teatro da UFSC (ao lado da Igrejinha) – Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis

QUANTO: Gratuito. Os ingressos devem ser retirados com antecedência no Departamento Artístico Cultural da UFSC / Teatro da UFSC. Havendo lugares livres,novos ingressos serão liberados na hora do espetáculo.

CONTATO: Diretora-geral do espetáculo –

Para mais informações acesse www.hamletnokabuki.blogspot.com

www.carmenfossari-armazemdapalavra.blogspot.com

Fonte: Bruna Andrade – Acadêmica de Jornalismo, Estagiária no DAC: SECULT:

UFSC

[ Atualizado em 26.11.12 às 23h50 ]