Inscrições abertas para as Oficinas de Expressão Corporal e de Teatro para Adolescentes

05/04/2019 19:31

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O Departamento Artístico Cultural (DAC), da Secretaria de Cultura e Arte da UFSC, abre inscrição para as Oficinas de Expressão Corporal e de Teatro para Adolescentes. Para a Oficina de Expressão Corporal, as inscrições devem ser realizadas de 8 a 17 de abril, de segunda a sexta-feira, das 8 às 12 horas e das 13 às 17 horas. Para a Oficina de Teatro para Adolescentes, as inscrições podem ser realizadas de 8 a 18 de abril, ambas na Coordenação das Oficinas de Arte (Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha). As oficinas são abertas à participação de estudantes, servidores da UFSC e pessoas da comunidade em geral.

 

Sobre as Oficinas

  • Oficina de Expressão Corporal:

Objetivos: A Oficina de Expressão Corporal tem como objetivo trabalhar as potencialidades expressivas do corpo a partir de exercícios fundamentados na técnica desenvolvida especialmente para atores, o mimo corporal. Essa é uma técnica que estrutura uma diretriz para a análise do movimento por meio da geometria do corpo, sensibilizando aqueles que o praticam para suas potencialidades motoras e emotivas. Também será trabalhado o espaço cênico e a dramaturgia por meio dos jogos de improvisação teatral desenvolvidos por Viola Spolin e Augusto Boal. A meta final é a composição de um esquete teatral de até trinta minutos.

Mhirley Lopes. Foto: Tuany Fagundes.

Sobre a ministrante: Mhirley Mansur Gonzaga Miliauskis é formada em Artes Cênicas pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), em 2005, e Mestre pelo Programa de Pós-Graduação da mesma Universidade. Frequentou o Curso Avançado de Mimo Corporal pela International School of Corporeal Mime de Londres, em 2007. Participou de vários curtas e atuou em peças de teatro, além de organizar mostra de filmes e outros eventos culturais. Atualmente ministra aulas de teatro e da técnica do mimo corporal para atores e público interessado, desde 2009, na Lituânia, Inglaterra e no Brasil.

Essa oficina integra a Oficina Permanente de Teatro (OPT), coordenada por Carmen Fossari, profissional de teatro do DAC.

 

Período de realização da oficina: 17/04/2019 a 10/07/2019.

Carga Horária: 30 horas.

Horários: Quartas-feiras, das 9h30 às 12 horas.

Requisito: Somente candidatos com idade igual ou superior a 18 anos.

Valor (em taxa única): R$ 250,00 (sem mensalidade).

Vagas: 20 – Mínimo de alunos: 10

    A oficina acontecerá somente se for atingido o número mínimo de alunos.

 

  • Oficina de Teatro para Adolescentes:

Objetivos: A oficina destina-se ao público jovem e aborda princípios básicos do trabalho de atuação em teatro. O teatro é uma ótima opção como ferramenta de desenvolvimento da comunicação. A prática teatral é também extremamente eficaz para superar a timidez e o medo de falar em público. Melhora a autoestima, o desempenho nos estudos, na vida social e profissional. Aprimorar aptidões de comunicação, exercitar a memória, ser criativo e ter uma boa postura corporal são habilidades úteis para todas as pessoas, não somente para os que desejam ser atores profissionais. O participante irá vivenciar, na prática, jogos de improvisação, jogos dramáticos, expressão corporal/vocal, noções de espaço cênico, dinâmicas em grupo e técnicas de interpretação, visando o desenvolvimento da criatividade, autoestima e autoconhecimento. Os encontros proporcionam também o desenvolvimento de habilidades psicomotoras, através de exercícios de linguagem corporal, aprimoramento da memória, da concentração e da atenção e estimula a criatividade, a imaginação e o trabalho em grupo.

Loren Fischer. Foto: Julia Perosa


Sobre a ministrante:
Loren Fischer Schwalb, natural de Lages (SC), é atriz, pesquisadora e arte–educadora. Graduada no Curso de Artes Cênicas do CEART/UDESC com pesquisa intitulada “O Ator poeta da ação” e Mestre em Teatro pela mesma instituição com dissertação sobre o ator no Teatro de Rua.  Possui também formação e aprofundamento em Yoga e Yoga para crianças. E é uma das fundadoras do Grupo Teatro em Trâmite de Florianópolis, grupo no qual trabalha até hoje. Atualmente ministra oficinas de teatro e já atuou em diferentes escolas de Florianópolis como professora de artes. Desenvolve um trabalho de Arte e Yoga para crianças, no Yogalaya – Morada do Yoga, e faz parte da equipe de gestão da Casa Vermelha, centro cultural situado no centro de Florianópolis. Como atriz, atuou em montagens como “A Galinha Degolada” (em parceria com a Persona Cia de Teatro, de Florianópolis), “Dona Margarida” e “Barro” (do Tetro em Trâmite-Florianópolis), tendo realizado diversas circulações em festivais no Brasil e no exterior.

A Oficina de Teatro para Adolescentes é coordenada por Zélia Sabino, profissional de teatro do DAC.

 

Período de realização da oficina: 11/04/2019 a 13/06/2019.

Carga Horária: 30 horas

Horários: Quintas-feiras, das 14h às 17h.

Requisito: Somente candidatos na faixa etária de 13 a 20 anos.

Valor (em taxa única): R$ 250,00 (sem mensalidade).

Vagas: 20

 

Procedimentos para matrícula nas Oficinas

Preencher a Ficha de Inscrição e entregá-la, nas datas e horários definidos para matrícula, na Coordenação do Projeto Cursos e Oficinas Livres de Arte do DAC, quando será emitido Boleto Bancário para o pagamento da taxa de inscrição. Após o pagamento apresentar o comprovante na coordenação para efetivar a inscrição. As inscrições acontecerão de maneira presencial, por ordem de chegada.

Ficha de Inscrição em: http://dac.ufsc.br/ficha-de-inscricao-oficinas-arte-dac-2019/

 

SERVIÇO

O QUÊ: Inscrições para a Oficina de Expressão Corporal e Oficina de Teatro para Adolescentes do Departamento Artístico Cultural (DAC)/SeCArte da UFSC para o primeiro semestre de 2019.

QUANDO:

Oficina de Expressão Corporal – de 8 a 17 de abril de 2019, por ordem de chegada, ou enquanto houver vagas, até o início das aulas.

Oficina de Teatro para Adolescentes – de 8 a 18 de abril de 2019, por ordem de chegada, ou enquanto houver vagas.

ONDE: Inscrição presencial: Coordenação das Oficinas de Arte: Departamento Artístico Cultural (DAC), Teatro da UFSC (ao lado da Igrejinha), Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis-SC

QUANTO: Taxa de inscrição única de R$ 250,00 (para cada oficina), sem mensalidade.

CONTATO: Departamento Artístico Cultural (DAC): telefones (48) 3721–2498, 3721-9447 ou 3721-6493 e e-mail: —www.dac.ufsc.br

 

Matheus Bonfim / Estagiário de Jornalismo / DAC/SeCArte/UFSC, com texto das ministrantes.

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25/03/2019 02:50

Ainda há vagas para oficinas de Teatro para Adolescentes, Violão, e Técnica Vocal para Atores. Clic na imagem e saiba mais.

25/03/2019 02:46

Banda Calafate se apresenta no Projeto 12:30, dia 27/3. Gratuito e aberto à comunidade. Clic na imagem e saiba mais.

Ainda há vagas para as Oficinas de Teatro para Adolescentes, Violão, e Técnica Vocal para Atores

25/03/2019 02:24

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Oficina de Teatro para Adolescentes. Foto: Nilson Só.

O Departamento Artístico Cultural (DAC), da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte/UFSC), oferece neste primeiro semestre de 2019 diversas oficinas de Arte, que são abertas a participação de estudantes, servidores da UFSC e pessoas da comunidade em geral. Dentre as 13 oficinas oferecidas, três ainda possuem vagas.

 

São elas:

 

  • Oficina de Teatro para Adolescentes:

Para jovens da comunidade, na faixa etária de 13 a 20 anos. Na Oficina de Teatro para Adolescentes, as aulas são focadas principalmente em jogos teatrais e jogos de integração grupal para desinibir os alunos e, assim, trabalhar em conjunto a consciência corporal e espacial cênica. Para que o trabalho tenha um bom resultado é preciso que os alunos se sintam à vontade para se expressarem e, assim, as experimentações poderem ser exploradas a partir da realidade e especificidades de cada participante.

  • Oficina de Violão:

A oficina de violão é focada no reconhecimento de técnicas violinística como postura corporal; mecânica do movimento: aquecimento e relaxamento, tensão e distensão, ação muscular; unhas: usos e cuidados; exercício de aquecimento, relaxamento e coordenação motora básica; mecanismos elementares de mão direita e mão esquerda: combinações de dedilhados para a mão direita, tipos de ataque, postura, sonoridades e exercícios práticos; movimentos de mão esquerda: horizontal, vertical, transversal, exercícios práticos.

  • Oficina de Técnica Vocal para Atores:

O processo prático/investigatório desenvolvido durante este período propõe uma pesquisa corporal e teórica sobre o funcionamento vocal na cena teatral. A oficina oferece a compreensão e a percepção do funcionamento dos sistemas articulatório, fonatório e respiratório; do apoio diafragmático; da laringe; dos ressonadores; da extensão vocal e da afinação, com extensões do corpo expressivo do ator criador, no uso da voz na fala e no canto. Propõe também improvisações, composições e arranjos vocais voltados para a música de cena.

 

Para informações sobre dias e horários, ementa/resumo, currículo dos ministrantes e procedimentos para as inscrições nas oficinas de arte, confira, no site www.dac.ufsc.br, o link http://dac.ufsc.br/cursos-e-oficinas-de-arte/

As oficinas são ministradas por instrutores/artistas da comunidade com experiência teórica e prática, tanto desenvolvida em atividades profissionais, ateliês ou oficinas, quanto na academia, como em cursos de graduação, mestrado ou doutorado.

As inscrições serão realizadas de maneira presencial e por ordem de chegada, de segunda a sexta-feira, até o dia 29* de março, na Coordenação de Cursos e Oficinas de Arte (sede do DAC, localizada no Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha, na Praça Santos Dumont, Trindade, em Florianópolis). ((*) Para a oficina de Técnica Vocal para Atores, as inscrições podem ser feitas até o dia 3 de abril.)

Não haverá mensalidade, a inscrição fica condicionada ao pagamento da taxa única de inscrição, cujo valor varia de acordo com a oficina escolhida. É possível matricular-se em mais de uma oficina, desde que não haja choque de horário.

As oficinas acontecerão somente se for atingido o número mínimo de alunos.

SERVIÇO

O quê: Ainda há vagas para inscrição nos Cursos e Oficinas de Arte do Departamento Artístico Cultural (DAC/SeCArte) da UFSC para o primeiro semestre de 2019. Aberto à comunidade.

Quando: de segunda a sexta-feira, até dia 29 de março de 2019. (Para a oficina de Técnica Vocal para Atores, as inscrições podem ser feitas até o dia 3 de abril.)

Onde: Inscrição Presencial: Coordenação das Oficinas de Arte: Departamento Artístico Cultural (DAC), Teatro da UFSC (ao lado da Igrejinha), Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis(SC).

Quanto: Taxa de inscrição única, conforme a oficina. Sem mensalidade.

Veja informações completas sobre os cursos e oficinas de Arte deste semestre no link http://dac.ufsc.br/cursos-e-oficinas-de-arte/

Contato DAC:

www.dac.ufsc.br

(48)3721-2498 / 3721-9447 / 3721-6493

[CW] DAC/ SeCArte/ UFSC, com informações da Coordenação das Oficinas.

 

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Espetáculo “Dona Maria, a Louca” será apresentado no Teatro da UFSC, gratuitamente, nos dias 29 e 30/03

25/03/2019 02:20

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O espetáculo “Dona Maria, a Louca”, do autor, ator e diretor catarinense Antônio Cunha será apresentado nos dias 29 e 30 de março, às 20h30, no Teatro da UFSC (ao lado da Igrejinha). O monólogo retorna ao palco, em leitura dramatizada, para comemorar os 20 anos de estreia da peça. Os ingressos são gratuitos e serão distribuídos na bilheteria do teatro, que abre uma hora antes do início da sessão. A apresentação integra a programação do Projeto Cena Aberta, realizado pelo Departamento Artístico Cultural (DAC)/SeCArte da UFSC.

SINOPSE

Terras do Brasil, fevereiro de 1808. Salpicando os portos desde a Baía de Todos os Santos até a Baía da Guanabara, surge em frangalhos à frota que, saída de Lisboa às pressas na manhã de 27 de novembro de 1807, pelas águas providenciais do Tejo, rasgara desordenadamente o Oceano Atlântico, trazendo consigo todas as gentes nobres de que se tem notícia, e com essas gentes todo ouro e prata, toda pedra e outras riquezas que mais não vieram por falta de espaço.

Causara a debandada, a invasão de tropas vindas da França por ordens do Imperador Napoleão I, com intuitos de subjugar à força o Reino de Portugal, que, por penhor à Inglaterra, resistira à decretação do Bloqueio Continental. À frente da grotesca esquadra, a Real Família Bragança: o príncipe regente Dom João, a princesa Dona Carlota Joaquina, os seus filhos Pedro e Miguel, ainda outras suas filhas, e, por fim, a velha soberana, a rainha Dona Maria I, que já fora chamada “a piedosa”, agora a rainha louca, de mente desordenada.

Aos 74 anos, a senhora soberana aporta em terras tão longínquas quanto estranhas. Relutante em descer da embarcação, permanece por quase três dias à porta de um mundo com o qual travava, durante toda a sua vida e seu reinado, uma relação tão próxima pelo que dele recebia, via e ouvia, e ao mesmo tempo tão distante pelo que dele imaginava em seus momentos de lucidez ou de loucura.

A visão dantesca do Brasil que Dona Maria constrói a partir da janela de seu camarote remonta à visão dos primeiros colonizadores, e que, resguardada a distância dos 300 anos que os separam, pouco mesmo se teria evoluído. Presa na teia das concepções em voga, Dona Maria, por vezes, enquadra o Brasil que está à sua frente nas mesmas categorias as quais se utilizam os seus contemporâneos para a ela mesma enquadrar. Dona Maria vê estranheza, desordem, insanidade diante de si, exatamente o que veem os seus súditos quando diante dela.

Para Dona Maria “a louca”, o mundo que ora se lhe apresenta é intrigantemente “louco”. Neste cenário, onde, solitária e distante das regras que permeiam a sua condição de monarca, espectadora privilegiada e ao mesmo tempo personagem principal, Dona Maria revisita a sua própria tragédia.

 

Sobre a peça, segundo o ator e diretor

“Dona Maria, a Louca” foi escrita por Cunha, entre 1998 e 1999, com a colaboração da historiadora Ivonete da Silva Souza na pesquisa histórica e, em meados de 1999, estreou em Florianópolis, numa montagem do Grupo de Teatro O Dromedário Loquaz, com atuação premiada da atriz Berna Sant’Anna, direção de José Pio Borges, cenário e iluminação do saudoso Sylvio Mantovani e música composta pelo maestro Carlos Alberto Vieira.

As primeiras apresentações ocorreram no Teatro da UFSC em evento acadêmico, e, em seguida, a peça fez temporada no Teatro da UBRO, logo após a sua reforma, porém, antes da inauguração. Em 2002 o texto recebeu montagem em São Paulo, com a atriz Marisa Hipólito sob a direção de Jairo Maciel, e em 2011 estreou em Portugal, com atuação e direção da grande atriz portuguesa Maria do Céu Guerra.

A montagem portuguesa, que garantiu a Maria do Céu o prêmio nacional Santareno de melhor atriz de teatro de 2011, fez longa carreira de sucesso naquele país e excursionou por Santa Catarina e Rio de Janeiro, em 2012. A peça foi publicada pelo autor em 2004, juntamente com outras duas, no livro Três D(r)amas Possíveis.

Segundo o diretor da peça, raramente a comunidade tem a oportunidade de assistir à leitura de uma obra feita pelo próprio autor. Isto é comum em outros países, mas raro no Brasil. O espetáculo é uma forma de apreciar e ter contato com o texto artístico elaborado sobre bases históricas sólidas. É teatro, é literatura, é história, é reflexão, é passado e é presente. É a atemporalidade que só a arte consegue estruturar e expor.

 

Sobre o diretor

Antônio Cunha é dramaturgo, diretor e ator e tem o seu nome vinculado a diversas produções de companhias teatrais como os Grupos Armação e O Dromedário Loquaz, de Florianópolis. Formado em Sociologia pela UFSC, dedica-se às Artes Cênicas há 40 anos. Sua formação na área é autodidata.

Durante esse tempo, com esforço particular, tem buscado e pesquisado o material necessário para a sua formação, participando de encontros, debates, publicações e produções na área. São de sua autoria, além de “Dona Maria, a Louca”, as peças “As Quatro Estações” e “Flores de Inverno”, as três publicadas no livro “Três Dramas Possíveis”, bem como “Contestado – A Guerra do Dragão de Fogo Contra o Exército Encantado”, “Eu Confesso!” e “Crime”.

Como ator, tem passagens pelo teatro e pelo cinema catarinense. Como diretor de teatro, assinou a montagem de várias peças suas e de outros autores, como “Uma Visita” (do alemão Martin Walser), “Sonho de Uma Noite de Velório” e “Sopros de Paz e Guerra” (ambas de Odir Ramos da Costa).

Nos anos 1980 recebeu prêmios locais como autor, diretor e ator. Em 1999 recebeu o Prêmio Plínio Marcos de Dramaturgia no Festival Nacional de Teatro de Lages (SC) pelo texto Dona Maria, a Louca. Desde 2016 é presidente da Academia Catarinense de Letras e Artes – ACLA.

 

Alguns comentários sobre a peça:

“O texto ‘Dona Maria, a Louca’, objeto de montagem recente do Grupo Dromedário Loquaz, e agraciado com o prêmio de dramaturgia Plínio Marcos, no 25º Festival de Teatro de Lages, em novembro último, revela o avanço alcançado pelo dramaturgo Antônio Cunha em sua trajetória”. (de Artigo de Eliane Lisboa – Anexo – Jornal A Notícia – 2000)

 

“A sua peça é um Hamlet sem o benefício da dúvida”. (Tereza Rachel, atriz, em carta ao autor)

 

“Para nós que adoramos esta Terra, o seu passado, as suas histórias, a nossa Lisboa, o nosso futuro, o nosso presente por pouco sorridente que ele nos pareça, esta peça maravilhosamente escrita por António Cunha, um brasileiro de Florianópolis, não nos vai deixar iguais. Estudando a fundo a “loucura” de D. Maria I, ele fez o apaixonado texto que a nossa rainha merecia. E o público terá oportunidade de conhecer melhor a 1ª mulher que ocupou o trono, não como consorte, mas reinando de facto em Portugal.” (Grupo A Barraca – Lisboa – Portugal – 2011).

 

“PENSO, LOGO PECO: D. Maria, a Louca de Maria do Céu Guerra n’A Barraca, com um excelente texto de Antônio Cunha. (…) aqui claramente está Lady Macbeth a lavar as mãos, esta não do sangue do crime mas da sujidade da culpa que a água benta teima em não limpar. Seria interessante seguir o tema da sujidade no texto (“Se vazia fosse, pura seria”). Aliás, este texto é uma prenda oferecida ao público (…)” (A Mesa de Luz – blog – Portugal – 2011)

 

“O TEATRO POPULAR ESTÁ VIVO: A Barraca tem agora em cena “D. Maria, a Louca”, uma peça do autor brasileiro António Cunha (…) A encenação e a interpretação são da responsabilidade de Maria do Céu Guerra. A encenação é sóbria mas adequada ao acompanhamento da peça, enquanto a interpretação que se estende a solo por cerca de 100 minutos, é verdadeiramente notável. Em tempos da “ditadura do audiovisual”, o teatro popular mostra que está realmente vivo e esta tão recomendável peça, é a prova disso!” (Rua dos Navegantes – blog – Portugal – 2011)

 

“A Louca… Onde estão os loucos? Quem são os loucos? Por que são loucos os loucos? São apenas algumas questões que trazemos na mente e na bagagem, depois de sermos agarrados pela magnífica interpretação de Maria do Céu Guerra. Uma peça que prima pela simplicidade no cenário e uma enorme complexidade interpretativa. Maria do Céu Guerra interpreta a rainha Dona Maria I. Em vários momentos de insanidade da rainha, somos levados a refletir, na imposição monárquica, na ganância individual e coletiva, assim como a relação entre religião e monarquia. Somos levados ao ser humano que se encontra por detrás da cortina da rainha… Um monólogo de duas horas. Um texto de uma complexidade colossal. Uma interpretação brilhante!!  (MyOtherside-Sutra – blog – Portugal – 2011)

 

“Eu adoraria que essa peça fosse portuguesa; não é, é brasileira, olha, é brasileira, porque eu acho que a D. Maria I merecia que essa peça fosse feita por portugueses, e nós não a fizemos.”  (Maria do Céu Guerra – Entrevista para Revista Osíris – M. Vasques e R. da Cunha, 2012).

 

“O dramaturgo catarinense ao fazer o retrato de uma rainha louca/lúcida se integra ao novo pensar sobre o passado da coroa portuguesa. Mas, a esse autor coube a primazia de criar uma obra teatral que refaz esse percurso pelo sensível.”  (Vera Collaço – O corpo senil de dona Maria I na composição cênica de Berna Sant’Anna – Artigo apresentado no XXVII Simpósio Nacional de História, 2015).

 

SERVIÇO:

O QUE: Apresentação do espetáculo teatral “Dona Maria, a Louca”.

QUANDO: dias 29 e 30 de março de 2019 (sexta-feira e sábado), às 20h30.

ONDE: Teatro da UFSC (ao lado da Igrejinha), Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis (SC).

QUANTO: Gratuito e aberto à comunidade. Os ingressos devem ser retirados na bilheteria do teatro, que abre uma hora antes do início das apresentações.

DURAÇÃO: 80 minutos

Classificação Indicativa: 12 anos

CONTATO: Produção: Telefone: (48) 98404-4118 – E-mail: /

 

Matheus Bonfim/ Estagiário de Jornalismo/ DAC/ SeCArte/ UFSC, com textos e fotos da direção do espetáculo

 

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