Projeto 12:30 recebe apresentação musical de Gabriela Maia, dia 20/06

17/06/2018 22:43

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Gabriela Maia. Foto Divulgação.

Na próxima quarta-feira, dia 20 de junho, o palco do Projeto 12:30 recebe o show da cantora Gabriela Maia. Filha do cantor, contrabaixista e compositor Mustache Maia, Gabriela Maia também é influenciada pelo som do Blues. A cantora estará acompanhada dos instrumentistas Luis Mega, no teclado, Wilson Souza, na bateria e Juliano Rosa, na guitarra. O show é gratuito, aberto à comunidade e será realizado às 12h30min. em palco montado ao lado do Centro de Cultura e Eventos da USFC, em Florianópolis.

Filha do artista Mustache Maia, Gabriela esteve inserida desde cedo no meio musical. E o pai, além de participar da construção cultural da filha, é também grande admirador da artista que ela vem se tornando. “Com suas composições em inglês, mostra ter um talento nato e o Blues correndo nas veias em suas músicas. As composições próprias trazem um ritmo denso e dançante para ninguém ficar parado. Difícil entender como alguém de pouco mais de um metro e meio consegue guardar um vocal que vai deixar você boquiaberto”, comenta o músico.

Projeto 12:30

Realizado pelo Departamento Artístico Cultural (DAC) da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o Projeto 12:30 apresenta, quinzenalmente, às quartas-feiras, durante o período letivo, atrações culturais gratuitas, como música, dança e teatro, junto à Praça da Cidadania, ao lado do Centro de Cultura e Eventos, na UFSC. Artistas e grupos interessados em se apresentar no Projeto devem entrar em contato com o DAC pelos telefones (48) 3721-2497, 3721-9447 e 3721-3853 / www.dac.ufsc.br – pelo e-mail:

 

SERVIÇO:

O QUÊ: apresentação musical de Gabriela Maia

QUANDO: quarta-feira, dia 20 de junho de 2018, às 12h30min.

ONDE: Projeto 12:30, ao Lado do Centro de Cultura e Eventos, Praça da Cidadania (ao lado do Laguinho), Campus da UFSC, Trindade, Florianópolis (SC).

QUANTO: Gratuito e aberto à comunidade.

CONTATO: Projeto 12:30: Departamento Artístico Cultural (DAC) / Igrejinha da UFSC, Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis (SC) / (48) 3721-2497, 3721-9447 e 3721-3853 / www.dac.ufsc.br /

Paulo Marcos de Assis / Estagiário de Jornalismo / DAC / SeCArte / UFSC

14/06/2018 03:38

3º Colóquio Internacional FITA – espetáculos do dia 14/6: “O Príncipe Feliz” e “E.N.T.R.E.”. Clic na imagem e saiba mais.

Átila Ramos lança livro sobre Cinemas de Rua de Florianópolis, no FAM 2018, dia 20/6

14/06/2018 03:18

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Átila Ramos com pintura de sua autoria apresentada na UFSC. Foto de Criss Melo.

Nesta 22º edição do “Florianópolis Audiovisual Mercosul” (FAM 2018), que ocorre entre os dias 19 e 24 de junho, o artista plástico e escritor Átila Ramos fará o lançamento do seu recente livro “Cinemas (de rua) de Floripa: a história dos cinemas de rua de Florianópolis (mudos e sonoros) desde 1900”. O lançamento do livro, com a presença do autor em sessão de autógrafos, será realizado no dia 20, às 17 horas, no Hall Superior do Centro de Cultura e Eventos da UFSC. A obra é resultado de uma pesquisa de 4 anos do autor sobre os cinemas de Florianópolis, registrando uma memória com mais de 100 anos de história na cidade.

A obra foi lançada na UFSC, há poucos meses, durante exposição de pinturas de Átila Ramos sobre “Cinemas de Rua de Florianópolis”. Alguns exemplares do livro – que tem o apoio de impressão da Secretaria de Cultura e Arte, da Universidade Federal de Santa Catarina – foram doados para instituições culturais.

Lançamentos de livros no FAM

Além da obra de Átila Ramos, o FAM também abre espaço para o lançamento de mais dois livros físicos e um e-book.  “Desvendando a Ancine”, de Vera Zaverucha, será lançado no dia 21. O lançamento do e-book “Televisão e Cinema – O audiovisual contemporâneo em múltiplas vertentes”, organizado por João Martins Ladeira, Dario Mesquita, Felipe Muanis, Gustavo Daudt Fischer, João Carlos Massarolo, Leandro R. Lage, Rafael Teixeira Tassi, Sonia Montaño e Suzana Kilpp, será no dia 22. No dia 23, o jornalista e crítico de cinema Celso Sabadin vai lançar o “História do cinema para quem tem pressa” (Valentina, 2018), no qual ele resume em 200 páginas uma longa e rica trajetória iniciada com os irmãos Lumière, no século 19, até os dias de hoje.

O Florianópolis Audiovisual Mercosul (FAM), evento que congrega festival e fórum, na sua 22º  edição, é realizado de 19 a 24 de junho no Centro de Cultura e Eventos da UFSC. Acompanhe a programação do evento pelo site www.famdetodos.com.br

Imagem da capa do livro.

Sobre o Livro

O livro de 120 páginas traz ilustrações com as obras do artista e recortes de jornais antigos que retratam os filmes em cartaz naquela época. A narrativa se divide em duas fases principais: uma sessão dedicada aos primórdios do cinema em Florianópolis, com os cinemas mudos; e outra sessão dedicada aos cinemas sonoros, que começam a surgir na cidade a partir de 1931.

A primeira fase retratada no livro resgata nomes como o “Cinema Art-Nouveaux”, inaugurado no ano de 1910, e que funcionava no Teatro Álvaro de Carvalho, depois denominado Cinema Theatro, que foi um local importante para a arte cinematográfica na cidade; o “Cinema Círculo”, fundado pela Igreja Católica em 1912; passando pelo luxuoso “Internacional Cinema”, na atual rua João Pinto, fundado em 1924; e chegando até a construção do Centro Arquidiocesano Dom Joaquim, que abrigou o Cine Theatro Centro Popular, de 1930 – o último espaço inaugurado na era dos cinemas mudos na cidade, mas o cinema sonoro já chegaria à cidade no ano seguinte.

Já na segunda sessão do livro, o autor inicia destacando a chegada do primeiro cinema sonoro na ilha, o “Cinema Palace” (em 1931) – na esquina da rua Arcipreste Paiva com a Tenente Silveira –, numa realização de dois empresários que se unem para implantar o cinema falado. “Alvorada do Amor”, “que encerra lindos números de música”, é o primeiro filme a ser exibido, marcando o início de uma nova era nos cinemas de rua de Florianópolis.

A partir daí, o autor vai percorrendo os vários cinemas de rua da cidade, passando, entre eles, pelo Cine Imperial, Cine Rex, Cine Odeon, Cine Cecontur, Cine São José, Cine Art 7. Um percurso repleto de informações sobre a história dos cinemas de rua da cidade, que muita gente não conhece

Sobre o Escritor e Artista Plástico

Átila Ramos é natural de Florianópolis, nascido no bairro Saco dos Limões (1944), onde passou a infância. Desde cedo teve facilidade com os desenhos e já no primário a professora percebia sua habilidade que o destacava entre os demais colegas. No segundo grau, era o escolhido da turma para apresentar os desenhos desenvolvidos na disciplina de Educação Artística durante o ano letivo.

Encaminhando-se para a conclusão do segundo grau, Átila vê na Engenharia Mecânica a possibilidade de unir sua vocação artística aos projetos técnicos da profissão: “Eu aprendi bem cedinho que o campo da engenharia é vasto. Eu poderia trabalhar na prancheta, com desenhos, projetos […]”.

Graduou-se na Universidade Federal de Santa Catarina, onde atuou como professor do Departamento de Expressão Gráfica, ministrando aulas de desenho técnico para os cursos de engenharia. Logo que se formou, entrou para a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (CASAN) como engenheiro, onde trabalhou por 37 anos.

Desde que exercia seus trabalhos como engenheiro na CASAN, Átila já demonstrava possuir um olhar zeloso à preservação da memória. Após 8 anos na Companhia, Átila realiza uma pesquisa sobre a história do saneamento em Florianópolis – o que vem a se tornar o seu primeiro livro, lançado em 1984.
Como autor, Átila Ramos lançou também uma série de 3 livros sobre a história do Carnaval na Ilha de Santa Catarina. O primeiro lançado em 1997 (Carnaval da Ilha) e o último em 2012 (Carnaval da Ilha III – em quadrinhos), após ser contemplado em edital da Fundação Franklin Cascaes na área de Literatura e Artes.

O olhar investigativo do artista-professor sempre despertou nele interesses que o impulsionaram a realizar trabalhos que registram o patrimônio cultural e momentos da história de Florianópolis, muitas vezes desconhecida ou esquecida. Paralelamente, sua percepção artística permitiu que fossem retratados – através de ilustrações, desenhos e pinturas –, aqueles cenários visitados pelo seu imaginário, sempre fundamentados nas suas profundas pesquisas.

Segundo o artista, obras de arte de sua autoria integram o acerco de instituições catarinenses, como o Tribunal de Contas do Estado, a Assembleia Legislativa do Estado e o Museu de Arte de Santa Catarina.

 

Veja mais sobre a exposição do artista realizada em abril sobre Cinemas de Florianópolis no site http://dac.ufsc.br/2018/04/12/atila-ramos-expoe-pinturas-e-lanca-livro-sobre-cinemas-de-rua-de-florianopolis-dia-1704/

 

SERVIÇO:

O QUÊ: (Re)lançamento do livro “Cinemas (de rua) de Floripa – A história dos cinemas de rua de Florianópolis (mudos e sonoros) desde 1900”, com sessão de autógrafos, do escritor e artista plástico catarinense Átila Ramos
ONDE: Florianópolis Audiovisual Mercosul (FAM), Hall Superior do Centro de Cultura e Eventos da UFSC, Trindade, Florianópolis (SC).
QUANDO: Dia 20 de junho de 2018, quarta-feira, às 17 horas.
QUANTO: Gratuito e aberto à comunidade.
CONTATO: Florianópolis Audiovisual Mercosul – www.famdetodos.com.br / Departamento Artístico Cultural (DAC) da UFSC – 3721-9447 – www.dac.ufsc.br

Paulo Marcos de Assis / Estagiário de Jornalismo / DAC / SeCArte / UFSC

Exposição fotográfica homenageia Lúcio Flávio Giovanella ‘Pixote’, no FAM 2018, dia 19/6

14/06/2018 02:55

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O fotógrafo Pixote. Foto Divulgação do filme “Manhã”

Abre nesta terça-feira, 19 de junho, a exposição “Pixote: a arte do still no cinema”, uma homenagem ao fotógrafo Lúcio Flávio Giovanella “Pixote”, falecido precocemente no ano passado. A abertura da exposição acontece às 17h30min., no  Hall da Reitoria da UFSC, e a mostra poderá ser visitada até o dia 12 de julho, de segunda a sexta-feira, das 8 às 20 horas. A exposição tem curadoria de Pedro MC e Zeca Nunes Pires e é uma realização do Departamento Artístico Cultural (DAC)/SeCArte/UFSC e da Cinemateca Catarinense, com apoio do 22° Florianópolis Audiovisual Mercosul (FAM 2018).

A exposição apresenta 20 painéis, de (40 x 60)cm, com várias imagens de filmes em cada um deles, mais quatro fotos individuais, um painel de abertura, cartazes de filmes e textos de Sylvio Back, Ronaldo dos Santos, Eduardo Paredes.

Lúcio Flávio trabalhou em diversos filmes do cinema catarinense como fotógrafo de cena (still) — profissional que acompanha as filmagens, fazendo o “making of” do trabalho e produzindo fotos para serem usadas para a divulgação na imprensa, cartazes e folders.  O fotógrafo, que “marcou o cinema catarinense e os amigos com seu olhar sensível, solidário e singular”, segundo os curadores da mostra, atuou como still em oito filmes:

Manhã (1989), de Zeca Pires e Norberto Depizzolatti;
Desterro (1991) e Novembrada (1998), de Eduardo Paredes;
Cruz e Sousa, o poeta do Desterro (1998), de Sylvio Back;
O Santo Mágico (2002), de Ronaldo dos Anjos;
Um tiro na asa (2005), de Maria Emília de Azevedo;
Se eu morresse amanhã (2009), de Ricardo Weschenfelder
A Antropóloga (2011), de Zeca Pires

O Florianópolis Audiovisual Mercosul (FAM), evento que congrega festival e fórum, na sua 22º  edição, acontece de 19 a 24 de junho no Centro de Cultura e Eventos da UFSC. Acompanhe a programação do evento pelo site www.famdetodos.com.br

 

Fotos relacionadas ao filme  “Manhã”

Lúcio Flávio Giovanella “Pixote” (1961-2017)

“Filho de Eletto e Josefina Giovanella, nasceu em Rio do Sul em 1961. Bacharel em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Santa Catarina (1992), especialista em Estudos da Cultura Contemporânea Imagens e Narrativas pela UFSC (1997) e mestre em Ciências da Linguagem pela Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul) (2010).

De 1984 a 2009, no estúdio fotográfico “Foto Pixote” no Centro de Convivência da UFSC, desenvolveu atividades de produção de audiovisuais, cursos de fotografia e registro das ações do DCE, do movimento estudantil e dos professores da UFSC em distintos períodos ao longo do tempo. Em escolas públicas desenvolveu experiências de alfabetização imagética, proporcionada por oficinas de fotografia introduzindo adolescentes no mundo da fotografia, despertando-os para a linguagem visual e seus princípios éticos e estéticos e para sua compreensão como construto social.

Em sua dissertação de mestrado “O Político nos Filmes A Novembrada e Cruz e Sousa, o Poeta do Desterro: uma análise discursiva”, analisa a cinematografia catarinense cujo elemento político é constitutivo da forma como se faz a imbricação material dos registros de base e cinematográficos, em gestos de interpretação que mobilizam memórias discursivas, produzindo uma contextualização histórica e ideológica desse recorte da cinematografia local, tessitura de uma identidade catarinense.

Nos últimos anos dedicou-se ao ensino de sociologia e filosofia a jovens na educação pública, imbuído na formação de cidadãos livres, criativos, conscientes de seus direitos. Desenvolveu projetos multidisciplinares associando sociologia, fotografia, filosofia e cinema a outras disciplinas.

Entendia a fotografia e a arte cinematográfica nas suas próprias palavras “enquanto instrumento de resistência cultural, constituindo estruturas discursivas, com o intuito de transformação da sociedade. Os artistas são sujeitos que propõem uma ruptura semântica e discursiva, apontando para sentidos novos, polissêmicos. (…) As revoluções na arte buscam não só as transformações estéticas, como também a transformação da realidade histórica, projetam a arte como arma na luta pela transformação social”.”

(trechos do depoimento de Ligia Giovanella, Adriana Kuehn, Solange Gallo, Teresinha Giovanella)

 

Filmagem de “Novembrada”

Depoimentos de cineastas

A exposição contém textos-depoimentos dos diretores dos filmes em que Pixote atuou como still. Alguns trechos desses depoimentos:

“Quando iniciei em Florianópolis (SC) a produção de “Cruz e Sousa – O Poeta do Desterro”, no primeiro semestre de 1998, pesquisando nomes para compor a equipe, por indicação do cineasta Zeca Pires (já integrado como assistente de direção), surgiu o nome de Lúcio Giovanella, conhecido fotógrafo free lancer vinculado aos movimentos estudantis de Santa Catarina. Depois de analisar outros profissionais, me detive na vasta coleção de fotos dele, algumas PB, outras, coloridas, todas com alta qualidade técnica.

Já naquele repertório, ainda que desordenado e assimétrico, mesclando temáticas, luzes e lentes, saquei na hora que ali tinha assinatura de um fotógrafo de mirada fuerte, usando a expressão de Picasso quando se referia de como conquistar uma mulher.

No nosso contato pessoal identifiquei uma personalidade que na hora me pareceu um tanto selvagem, se coubesse a definição, ainda que no trato cotidiano fosse uma pessoa retraída e cordial. Como o objetivo de uma filmagem é levar a bom termo a obra e não psicanalizar os colaboradores, seu enorme talento, de imediato, me conquistou sem outra.”

(Sylvio Back, diretor de “Cruz e Sousa – O Poeta do Desterro”)

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“Silenciosamente atento e estampando um semissorriso na cara ele transitava pelo set como se estivesse pisando em nuvens à procura da melhor posição para capturar sua cena, uma vez capturada ele comemorava a façanha transformando e ampliando o seu sorriso, agora de satisfação.

Lúcio Flávio, o nosso Dom Pixote de La Foto, armado de sua máquina saia sempre na aventura de transformar o negativo em imagens que sustentassem os conceitos teóricos, seguidos por ele, sobre o papel e a importância da fotografia, ou seja, a fotografia como instrumento de formação e transformação social.”

(Ronaldo dos Anjos, diretor de “O Santo Mágico”)

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“Outra faceta indissociável da persona que Lúcio representou para a cidade diz respeito ao Estúdio Pixote, no Centro de Convivências da UFSC. Durante longos anos passaram milhares de rostos diante da câmera do Lúcio. Esse universo de imagens ainda merecerá um estudo e uma apropriação artística com uma ressignificação da vasta e profícua obra que produziu. Assim como do material fotográfico de still. Essa palavra, aliás, que no substantivo remete à fotografia de cena, também cabe ao Lúcio como adjetivo: calmo, quieto, sossegado. ”

(Eduardo Paredes, diretor de “Desterro” e “Novembrada”)

Para ler os textos-depoimentos na integra, acesse o link depoimentos

 

Filmagem de “Cruz e Sousa, o poeta do Desterro”

Exposição
Produção e Curadoria: Pedro MC (cineasta e presidente da Cinemateca Catarinense) e Zeca Nunes Pires (cineasta e coordenador do Depto. Artístico Cultural da UFSC)
Design: Pedro MC
Reproduções: Multicor
Montagem: Amícia P. Martins (Galeria de Arte da UFSC–DAC/SeCArte)
Divulgação: Clóvis Werner (DAC/SeCArte/UFSC)
Apoio: Florianópolis Audiovisual Mercosul – FAM 2018

 

SERVIÇO:

O QUÊ: Exposição “Pixote: a arte do still no cinema — homenagem ao fotógrafo Lúcio Flávio Giovanella”

QUANDO: Abertura da exposição: dia 19 de junho de 2018, terça-feira, às 17h30min. Visitação: até 12 de julho, de segunda a sexta-feira, das 8 às 20 horas.

ONDE: Hall da Reitoria da UFSC, Trindade, Florianópolis (SC)

QUANTO: Gratuito e aberto à comunidade.

CONTATO: Departamento Artístico Cultural da UFSC (48) 3721-6493 e 3721-2385 — www.dac.ufsc.br


FAM 2018: Acesse a programação do Florianópolis Audiovisual Mercosul em www.famdetodos.com.br

 

Paulo Marcos de Assis/Estagiário de Jornalismo/DAC/SeCArte/UFSC, com informações dos curadores, textos de familiares, cineastas, e imagens de Lúcio Flávio Giovanella

11/06/2018 23:22

3º Colóquio Internacional FITA – espetáculos do dia 12/6: “Años Luz” (Espanha) e “Tudo Vira Dança”. Clic na imagem e saiba mais.